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MPE pede internação de adolescentes suspeitos de estuprar crianças de 5 e 7 anos em ônibus escolar

admin -

<span style="font-size:14px;">O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual (MPE) ingressou na Justi&ccedil;a, no &uacute;ltimo s&aacute;bado (29) com representa&ccedil;&atilde;o contra quatro adolescentes suspeitos de participar do estupro de duas crian&ccedil;as dentro de um &ocirc;nibus escolar no munic&iacute;pio de Formoso do Araguaia, na regi&atilde;o Sul do Tocantins. Na representa&ccedil;&atilde;o, foi pedida a interna&ccedil;&atilde;o provis&oacute;ria dos quatro suspeitos.<br />
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Segundo a representa&ccedil;&atilde;o, baseada em boletim de ocorr&ecirc;ncia circunstanciado conduzido pela Pol&iacute;cia Civil, tr&ecirc;s adolescentes praticaram o estupro, enquanto o terceiro incentivava o grupo e registrava o ato em imagens, fazendo uso do celular.<br />
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Em decorr&ecirc;ncia da representa&ccedil;&atilde;o, ser&aacute; aberto processo de apura&ccedil;&atilde;o do ato infracional no F&oacute;rum de Formoso do Araguaia. Pela natureza do crime (sexual) e por envolver crian&ccedil;as e adolescentes, o processo correr&aacute; em segredo de Justi&ccedil;a.<br />
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Tamb&eacute;m no &uacute;ltimo s&aacute;bado, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual requisitou &agrave; Pol&iacute;cia Civil a abertura de inqu&eacute;rito policial para apurar a conduta do motorista que conduzia o &ocirc;nibus escolar onde o estupro ocorreu.<br />
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O caso est&aacute; sendo acompanhado pela Promotora de Justi&ccedil;a Bartira Silva Quinteiro, da Comarca de Formoso do Araguaia.&nbsp;<br />
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<strong><u>Entenda</u></strong><br />
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O caso de estupro foi cometido no final de junho, em um &ocirc;nibus escolar, durante o trajeto entre um assentamento rural e a &aacute;rea urbana da cidade. As v&iacute;timas foram duas meninas, uma de sete anos e outra de cinco. Contra a primeira, foi efetuada a conjun&ccedil;&atilde;o carnal, enquanto a segunda foi v&iacute;tima de atos libidinosos.<br />
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O caso foi denunciado ao MPE em agosto por um familiar de uma das meninas. Em sequ&ecirc;ncia, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico requisitou &agrave; Delegacia de Pol&iacute;cia Civil que efetuasse as investiga&ccedil;&otilde;es, as quais foram conclu&iacute;das no &uacute;ltimo dia 21. Ap&oacute;s analisar minuciosamente os autos, a Promotora de Justi&ccedil;a Bartira Silva Quinteiro apresentou a representa&ccedil;&atilde;o e pediu a interna&ccedil;&atilde;o provis&oacute;ria dos adolescentes.</span>

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