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Armazéns antigos e abandonados serão utilizados por micros e pequenos empreendimentos

admin -

<span style="font-size:14px;">Investimentos na casa dos R$ 500 mil e instala&ccedil;&atilde;o de 20 a 25 micros e pequenos empreendimentos industriais utilizando instala&ccedil;&otilde;es abandonadas de antigos armaz&eacute;ns de propriedade do Estado.&nbsp;Esta &eacute; a proposta b&aacute;sica para a implanta&ccedil;&atilde;o do projeto Ber&ccedil;&aacute;rio Industrial, que prev&ecirc; a interioriza&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento industrial no Estado.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">O projeto &eacute; desenvolvido pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Turismo (Sedetur), em parceria com outras entidades e institui&ccedil;&otilde;es.<br />
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O tema foi discutido nesta segunda-feira (31) em reuni&atilde;o do Conselho de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (CDE), na sede da Sedetur, em Palmas, quando ficou decidido que Para&iacute;so do Tocantins ser&aacute; sede de um projeto-piloto, no qual ser&atilde;o disponibilizados tr&ecirc;s galp&otilde;es, que totalizam uma &aacute;rea constru&iacute;da superior a seis mil m&sup2;, alcan&ccedil;ando mais de 12 mil m&sup2; com a &aacute;rea livre.<br />
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Conforme a proposta, os empreendedores tamb&eacute;m poder&atilde;o contar com escrit&oacute;rios de faculdades de Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas, Direito e Ci&ecirc;ncias Cont&aacute;beis, em parceria com institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior, para terem a sua disposi&ccedil;&atilde;o assessoramento t&eacute;cnico, consultoria, palestras, forma&ccedil;&atilde;o profissional e orienta&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica necess&aacute;ria.<br />
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<em>&ldquo;Essa parceria com a Universidade &eacute; fundamental para implanta&ccedil;&atilde;o do projeto, porque o micro e pequeno empreendedor precisa dessa orienta&ccedil;&atilde;o, de informa&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas que o permitam entrar e permanecer no mercado</em>&rdquo;, analisou o secret&aacute;rio do Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Turismo, Eudoro Pedroza.<br />
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Durante a apresenta&ccedil;&atilde;o do projeto ao CDE, o diretor de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico da Sedetur, Eremilson Ferreira Leite, explicou que ser&atilde;o realizadas parcerias com o munic&iacute;pio e entidades afins para sele&ccedil;&atilde;o das empresas, que se dar&aacute; observando as voca&ccedil;&otilde;es locais para neg&oacute;cios e atrav&eacute;s de edital p&uacute;blico, dentro dos crit&eacute;rios e procedimentos legais, ficando a coordena&ccedil;&atilde;o sob responsabilidade da Sedetur.<br />
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&ldquo;<em>Essa &eacute; uma experi&ecirc;ncia que tem dado certo em outras regi&otilde;es do Brasil, como em Santa Cruz do Sul [RS], e que podemos aplicar com sucesso tamb&eacute;m aqui&rdquo;</em>, disse o diretor.<br />
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A previs&atilde;o &eacute; de que no projeto-piloto em Para&iacute;so, cada empreendimento permane&ccedil;a no local pelo per&iacute;odo inicial de dois anos, podendo o prazo ser prorrogado por mais um ano, tempo que, tecnicamente, &eacute; necess&aacute;rio para superar as dificuldades iniciais e a empresa se firmar em sua &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o. Durante esse per&iacute;odo, os empreendedores ter&atilde;o despesas apenas com o consumo de energia el&eacute;trica e uma pequena contribui&ccedil;&atilde;o para manuten&ccedil;&atilde;o do condom&iacute;nio. Posteriormente, a implanta&ccedil;&atilde;o do projeto ser&aacute; efetivada em outros munic&iacute;pios.</span>

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