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Homem armado invade jornal, tranca funcionários no banheiro e faz arrastão

admin -

<span style="font-size:14px;">Um homem armado com um rev&oacute;lver invadiu a reda&ccedil;&atilde;o do jornal <em>Primeira P&aacute;gina</em>, em Palmas (TO), na tarde desta ter&ccedil;a-feira (01 de setembro) por volta das 15 horas. O jornal fica localizado na quadra 206 Sul.<br />
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O assaltante apontou a arma para a cabe&ccedil;a dos funcion&aacute;rios e trancou-os nos banheiros situados na parte superior do pr&eacute;dio, enquanto vasculhava toda a sede da empresa e recolhia objetos.<br />
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Segundo o diretor do jornal Rafael Miranda, o criminoso perguntou por dinheiro, mas encontrou apenas R$ 30,00 em esp&eacute;cie. O bandido carregou ainda todos os notebooks, al&eacute;m de aparelhos celulares, entre outros equipamentos.<br />
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Os funcion&aacute;rios ficaram trancados gritando por socorro, at&eacute; a chegada de outro funcion&aacute;rio que n&atilde;o estava no local no momento da a&ccedil;&atilde;o. A Pol&iacute;cia Militar foi acionada, mas o criminoso j&aacute; tinha fugido.&nbsp;A suspeita &eacute; que outro bandido estava na rua dando suporte para o assaltante.<br />
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A escalada da viol&ecirc;ncia em Palmas, que tem resultado no aumento do n&uacute;mero de assaltos a lojas, comerciantes e empresas em geral, al&eacute;m de resid&ecirc;ncias dos moradores, tem assustado a popula&ccedil;&atilde;o da capital.<br />
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<em>&quot;A ousadia dos bandidos ao assaltar a reda&ccedil;&atilde;o de conhecido ve&iacute;culo de comunica&ccedil;&atilde;o, onde eles sabem que n&atilde;o tem mercadorias e produtos de valor, muito menos fluxo de dinheiro em caixa, &eacute; muito grande. Mostra como est&aacute; aumentando a viol&ecirc;ncia, n&atilde;o s&oacute; em Palmas, como em todo o Tocantins, e que merece a ado&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias por parte das autoridades respons&aacute;veis&quot;</em>, relata Rafael Miranda.<br />
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Por outro lado, qualquer viol&ecirc;ncia sofrida por qualquer meio de comunica&ccedil;&atilde;o tem que ser olhada com aten&ccedil;&atilde;o, porque pode representar algum tipo de amea&ccedil;a e retalia&ccedil;&atilde;o ao ve&iacute;culo e aos seus jornalistas pelo que &eacute; publicado.<br />
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H&aacute; 10 anos, em 2005, num per&iacute;odo em que diversas reportagens investigativas vinham sendo publicadas, a resid&ecirc;ncia em Palmas da jornalista Sandra Miranda, editora geral do Primeira P&aacute;gina, sofreu um atentado, com a provoca&ccedil;&atilde;o de um inc&ecirc;ndio na despensa da sua casa, atestado como criminoso pelo laudo pericial dos t&eacute;cnicos da policia civil.<br />
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A imprensa local e nacional repercutiu o inc&ecirc;ndio, que contou com o apoio de todas as entidades de prote&ccedil;&atilde;o &agrave; liberdade de imprensa, como a Federa&ccedil;&atilde;o Nacional de Jornalistas &ndash; Fenaj; a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Imprensa &ndash; ABI; a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Jornalismo Investigativo &ndash; Abraj; Sociedade Interamericana de Imprensa &ndash; SIP; a Organiza&ccedil;&atilde;o Rep&oacute;rteres sem Fronteiras, entre outras. At&eacute; hoje o epis&oacute;dio n&atilde;o foi esclarecido pelas autoridades de seguran&ccedil;a no Tocantins.</span>

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