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Indústrias terão benefício fiscal para se instalarem no Tocantins

admin -

<span style="font-size:14px;">O mercado de gr&atilde;os movimenta bilh&otilde;es por ano, principalmente, atrav&eacute;s de royalties e commodities agr&iacute;colas.&nbsp; Pensando neste mercado, o Conselho de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (CDE), vai conceder benef&iacute;cios fiscais &agrave; empresa Agrex do Brasil, que trabalha com a produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os e no desenvolvimento de sementes.<br />
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O termo de concess&atilde;o dos benef&iacute;cios foi assinado nesta ter&ccedil;a-feira, 1&deg; de setembro. A medida foi poss&iacute;vel por meio do Proind&uacute;stria, programa criado por meio de Lei n&ordm; 1385/2003, que busca desenvolver o setor industrial do Tocantins concedendo redu&ccedil;&atilde;o de impostos.&nbsp; <em>&ldquo;Com essa medida, o Tocantins poder&aacute; contar com um produto de qualidade, produzido localmente e com os benef&iacute;cios distribu&iacute;dos aqui no Estado. Em se tratando de um produto tocantinense, o retorno financeiro ficaria aqui, distribu&iacute;do entre a cadeia local&rdquo;</em>, refor&ccedil;a o subsecret&aacute;rio do Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Turismo, Jos&eacute; Carlos Bezerra.<br />
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A proposta &eacute; que a empresa, que trabalha com gr&atilde;os de milho e soja, passe a desenvolver tecnologias voltadas &agrave; semente no Estado.&nbsp; <em>&ldquo;Hoje, boa parte das sementes cultivadas no Estado s&atilde;o importadas. Esse processo vai diminuir essa importa&ccedil;&atilde;o. E o nosso objetivo &eacute; trabalhar a exporta&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os&rdquo;,</em> explica Eduardo de Oliveira, gerente tribut&aacute;rio da empresa.<br />
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Das 14 unidades da Agrex do Brasil no pa&iacute;s, apenas a unidade de Lagoa da Confus&atilde;o ir&aacute; trabalhar com o beneficiamento de sementes.&nbsp; A expectativa &eacute; de que mais empregos diretos sejam gerados e de que aumente o uso de tecnologia nas lavouras da regi&atilde;o. &ldquo;O investimento para desenvolver sementes &eacute; mais robusto do que para o gr&atilde;o normal e isso vai desenvolver a parte t&eacute;cnica da agricultura local&rdquo;, conta Maur&iacute;cio Jorge, respons&aacute;vel fiscal da empresa.<br />
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A inclus&atilde;o no Proind&uacute;stria tamb&eacute;m deve melhorar a arrecada&ccedil;&atilde;o por parte do Governo, uma vez que a tecnologia ser&aacute; desenvolvida aqui. &ldquo;No sistema de royalties, voc&ecirc; tem que pagar para a empresa detentora da tecnologia. Com essa unidade aqui, a gente quer ter nossa pr&oacute;pria tecnologia, e isso vai tirar essa evas&atilde;o de royalties do Estado e gerar arrecada&ccedil;&atilde;o&rdquo;, comenta Maur&iacute;cio Jorge.</span>

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