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Análise detecta superfaturamento de preços em licitação da ATS e pode perder convênio de R$ 4,3 milhões

admin -

<span style="font-size:14px;">A Ag&ecirc;ncia Tocantinense de Saneamento (ATS) ir&aacute; refazer a licita&ccedil;&atilde;o para implanta&ccedil;&atilde;o de 17 sistemas coletivos de abastecimentos de &aacute;gua, e quatro mil metros de rede de distribui&ccedil;&atilde;o. O volume de recursos pleiteado &eacute; de R$ 4,3 milh&otilde;es.<br />
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O processo licitat&oacute;rio feito pela gest&atilde;o anterior foi rejeitado pela equipe t&eacute;cnica do Instituto Nacional de Coloniza&ccedil;&atilde;o e Reforma Agr&aacute;ria (Incra), devido a exist&ecirc;ncia de uma s&eacute;rie de v&iacute;cios e incompatibilidade nas informa&ccedil;&otilde;es.<br />
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<em>&ldquo;O processo anterior foi submetido a an&aacute;lise do Incra, que detectou v&iacute;cios processuais, como superfaturamento nos pre&ccedil;os, por exemplo&rdquo;</em>, informou Anderson Rodrigues Messias, diretor de Obras da ATS.<br />
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O diretor explica que, em se tratando de projetos dessa natureza, com licita&ccedil;&atilde;o, os pre&ccedil;os t&ecirc;m que ser feitos com base na tabela do Sinap, disponibilizada pela Caixa, com c&oacute;digos para cada item.<em> &ldquo;Quando os t&eacute;cnicos do Instituto confrontavam os c&oacute;digos com os valores, eles n&atilde;o batiam. E a maioria estava acima do pre&ccedil;o. Havia incoer&ecirc;ncia de projeto e planilha e com isso o Incra rejeitou o processo&rdquo;</em>, revelou.<br />
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O superintendente do Incra no Tocantins, Edvaldo Soares, o presidente ATS, Eder Fernandes, junto com a superintende de Saneamento da ATS, Roberta Castro, e alguns diretores, reuniram-se recentemente para discutir o novo processo, pois a &uacute;nica forma de salvar a libera&ccedil;&atilde;o dos R$ 4,3 milh&otilde;es para os Sistemas Coletivos de Abastecimento era fazer outro projeto. &ldquo;<em>J&aacute; fizemos o projeto, com planilhas e composi&ccedil;&otilde;es. Em setembro devemos realizar as licita&ccedil;&otilde;es&rdquo;</em>, adiantou o diretor de Obras.<br />
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Outra mudan&ccedil;a apresentada diz respeito &agrave; quantidade de Sistemas Coletivos de Abastecimento de &Aacute;gua. O processo anterior previa 17, mas o atual pleiteia 15, e junto disso h&aacute; a inser&ccedil;&atilde;o de quatro mil metros de rede de distribui&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua.<br />
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<em>&ldquo;Os pre&ccedil;os eram de 2013/2014. E quando reajustamos o processo para 2015, aumentou o valor, ultrapassando o limite de conv&ecirc;nio. A alternativa que encontramos foi diminuir dois sistemas e realocar um sistema de cada cidades onde estavam previstos mais de um, para contemplar o que ficaria de fora&rdquo;</em>, frisou Anderson.<br />
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A inten&ccedil;&atilde;o de beneficiar um maior n&uacute;mero de fam&iacute;lias tamb&eacute;m cooperou para o aumento do valor do processo. Inicialmente, a previs&atilde;o era de dois mil metros de rede, mas essa quantia foi elevada para quatro mil metros. &ldquo;<em>Vamos conseguir beneficiar mais de 50 fam&iacute;lias com cada Sistema Coletivo de &Aacute;gua</em>&rdquo;, conta Anderson.<br />
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Os investimentos ser&atilde;o feitos na regi&atilde;o norte do Estado e as cidades a serem atendidas, bem como a quantidade de Sistemas Coletivos, foram definidas pelo Incra, como Aguiarn&oacute;polis (dois), Cachoeirinha (um), Darcin&oacute;polis (cinco), Palmeiras do Tocantins (dois), Riachinho (dois), S&atilde;o Bento do Tocantins (um) e Wanderl&acirc;ndia (dois).</span>

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