Seet
Sobral – 300×100

Pesticida de matar carrapatos é encontrado na blusa da bebê que morreu envenenada, mostra laudo

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
<em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br />
<br />
Um laudo feito por peritos da Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica do Estado do Par&aacute; confirmou que a beb&ecirc; Ester Sofia de Oliveira, de apenas quatro meses, morreu v&iacute;tima de envenenamento. O chocante caso aconteceu na cidade de S&atilde;o Geraldo do Araguaia, mas a crian&ccedil;a veio a falecer ap&oacute;s ser transferida para o Hospital Municipal de Aragua&iacute;na (TO), no dia 28 de outubro do ano passado. O principal suspeito do crime &eacute; o pr&oacute;prio pai, Jeferson da Mota Castro, de 21 anos.<br />
<br />
Conforme o laudo, foi encontrado vest&iacute;gios de veneno de matar carrapatos na blusa que a beb&ecirc; estava vestida. Um frasco de Carrapatacida Colosso foi recolhido pela pol&iacute;cia. &ldquo;<em>Foram detectadas subst&acirc;ncias Cipermetrina e Clorpirif&oacute;s no frasco do praguicida Colosso e na camiseta rosa. Na fralda e fragmentos de gases n&atilde;o foram detectadas as substancias que fazem parte do praguicida&rdquo;</em>, diz o laudo.<br />
<br />
As duas subst&acirc;ncias s&atilde;o consideradas &quot;agrot&oacute;xicas ou pesticidas&quot; de uso veterin&aacute;rio e s&atilde;o agentes qu&iacute;micos reconhecidamente prejudiciais para a sa&uacute;de humana e o ambiente, afirma o laudo.&nbsp;<br />
<br />
O suposto envenenamento no dia 27 de outubro de 2014, em S&atilde;o Geraldo do Araguaia, no sudeste do Par&aacute;. Segundo a Pol&iacute;cia Militar daquele Estado, o pai da crian&ccedil;a teria confessado o crime ap&oacute;s ser preso, no entanto, ele foi solto em seguida por falta de provas, segundo o delegado.<br />
<br />
A beb&ecirc;, Ester Sofia de Oliveira, foi levada para o hospital de S&atilde;o Geraldo do Araguaia (PA) e depois transferida para o Hospital Municipal de Aragua&iacute;na, mas n&atilde;o resistiu e morreu em menos de 30 minutos ap&oacute;s dar entrada na unidade. A fam&iacute;lia suspeita que Jeferson tenha usado uma seringa para injetar o veneno.<br />
<br />
No &uacute;ltimo dia 14 de julho, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Estado do Par&aacute; disse que duas testemunhas afirmaram categoricamente que a seringa e o frasco do veneno foram tamb&eacute;m apreendidos. Nesse sentido, o MPE pediu tamb&eacute;m per&iacute;cia para an&aacute;lise das digitais nos objetos.<br />
<br />
O Minist&eacute;rio P&uacute;blico tamb&eacute;m pediu que a m&atilde;e da crian&ccedil;a, Raiele Brito de Oliveira, informe o comportamento do acusado e os locais em que Jeferson teve acesso dentro da casa antes do fato. O MPE quer saber ainda se o suspeito esteve no quintal da casa (onde estava o veneno) antes da crian&ccedil;a come&ccedil;ar a passar mal.<br />
<br />
<u><strong><img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/bebe1.jpg" style="width: 197px; height: 200px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: right;" />Desesperada, m&atilde;e pede justi&ccedil;a</strong></u><br />
<br />
A m&atilde;e da crian&ccedil;a afirmou ao <em>AF Not&iacute;cias</em> que Jeferson nunca aceitou sua gravidez. Contou ainda que seu ex-companheiro estava com a beb&ecirc; no quarto enquanto ela fazia o almo&ccedil;o. Depois, Jeferson teria chegado alegando que a menina estava com um cheiro estranho na boca. Da&iacute; come&ccedil;ou o drama e sofrimento da jovem m&atilde;e.<br />
<br />
Agora, 10 meses depois do crime, Raiele luta insistentemente para que o caso n&atilde;o fique impune. Desde o fato, a jovem tem acompanhado e cobrado das autoridades uma posi&ccedil;&atilde;o. J&aacute; seu ex-companheiro, Jeferson da Mota Castro, n&atilde;o mora mais na cidade.</span>

Comentários pelo Facebook: