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Eduardo "ajudaria na governabilidade se Marcelo assumisse suas responsabilidades", mas não abre mão da oposição

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Arnaldo Filho</u><br />
<em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br />
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<em>&ldquo;Fiz um chamamento para que o governador Marcelo Miranda assuma suas responsabilidades&rdquo;</em>, esclareceu o deputado Eduardo Siqueira Campos (PTB) ao comentar sobre a crise econ&ocirc;mica e pol&iacute;tica vivida no Estado do Tocantins. Eduardo tamb&eacute;m afirmou que est&aacute; disposto a &quot;ajudar na governabilidade&quot; do Estado, caso o governador assuma suas responsabilidades e mantenha di&aacute;logo com a sociedade. No entanto, o deputado foi enf&aacute;tico ao afirmar que <em>&ldquo;n&atilde;o abre m&atilde;o do seu papel de oposi&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</em><br />
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O parlamentar ressaltou que o pr&oacute;prio governo deve dar o exemplo enxugando a m&aacute;quina, ao inv&eacute;s de propor aumento de impostos; chamando os concursados e pagando as progress&otilde;es dos servidores, ao inv&eacute;s de nomear pol&iacute;ticos, e convidar a sociedade para debater as sa&iacute;das da crise. <em>&ldquo;Se ele </em>[Marcelo Miranda]<em> fizer a parte dele, eu voto favor&aacute;vel, mas isso jamais significar&aacute; apoio pol&iacute;tico. Ele n&atilde;o precisa e n&atilde;o quer o meu apoio, assim como eu n&atilde;o abro m&atilde;o do meu papel de oposi&ccedil;&atilde;o. Mas eu ajudaria na governabilidade&rdquo;</em>, assegurou Eduardo Siqueira.<br />
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Eduardo ainda acrescentou que sua ajuda na governabilidade est&aacute; condicionada &agrave; &ldquo;rea&ccedil;&atilde;o do governo, enxugamento da m&aacute;quina, troca de secret&aacute;rios inoperantes, a&ccedil;&atilde;o dura de combate &agrave; criminalidade no Estado, em especial em Aragua&iacute;na, e retorno do pagamento dos servidores para todo dia 1&ordm; de cada m&ecirc;s&rdquo;. Eduardo ainda classificou como &ldquo;inadmiss&iacute;veis&rdquo; as falhas no funcionamento do Portal da Transpar&ecirc;ncia. &ldquo;<em>Inadmiss&iacute;vel n&atilde;o estar funcionando</em>&rdquo;, disse.<br />
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<em>&ldquo;A hora agora &eacute; de enxugar, cortar gastos p&uacute;blicos e ser transparente. Mas o que ele </em>[Marcelo Miranda]<em> fez? Acabou de aderir a uma ata de R$ 18 milh&otilde;es para passagens, fretar carros, avi&otilde;es e reservar hot&eacute;is com uma empresa de fora do Tocantins. Recentemente viajou &agrave; Espanha para evento de combate &agrave;s queimadas. Mas levou algum bombeiro? N&atilde;o, apenas companheiros&rdquo;,</em> criticou Eduardo Siqueira.<br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/marcelo1.jpg" style="width: 300px; height: 180px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: right;" />Para o deputado, Marcelo faz um governo &quot;ap&aacute;tico e sem sintonia com a realidade&quot; do momento mundial. <em>&ldquo;2011 era um cen&aacute;rio. 2015 &eacute; outro totalmente diferente</em>&rdquo;, ressaltou Eduardo.&nbsp;<br />
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<u><strong>Derrota in&eacute;dita do governo na Assembleia</strong></u><br />
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Nesta &uacute;ltima semana, o governo do Estado sofreu uma derrota in&eacute;dita na Assembleia Legislativa. Os parlamentares derrubaram tr&ecirc;s vetos do governador Marcelo Miranda.<br />
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O l&iacute;der do governo, Paulo Mour&atilde;o, imputou aos deputados a responsabilidade pela cria&ccedil;&atilde;o de um rombo de R$ 50 milh&otilde;es nos cofres p&uacute;blicos, no entanto, Eduardo Siqueira contestou: <em>&ldquo;Nenhum dos projetos vetados nasceu nesta Casa. O autor das mat&eacute;rias &eacute; o Governador, que depois de aprovadas, resolveu vetar&rdquo;.</em><br />
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Uma das mat&eacute;rias prev&ecirc; isen&ccedil;&atilde;o de ICMS aos frigor&iacute;ficos, baixando a al&iacute;quota de 3% para 1%, mas n&atilde;o apresentava um estudo de impacto nas receitas do Estado e n&atilde;o especificava como seria a compensa&ccedil;&atilde;o dos recursos. Apenas tr&ecirc;s empresas do ramo seriam beneficiadas. Os deputados tamb&eacute;m derrubaram o veto no projeto que reduz o&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">ICMS sobre o &oacute;leo diesel de 15% para 13,5%.</span>

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