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Halum defende regularização de jogo ao invés de recriar CPMF; "tem potencial para arrecadar R$ 15 bilhões"

admin -

<span style="font-size:14px;">O deputado federal C&eacute;sar Halum (PRB-TO) polemizou na tarde desta quarta-feira (9) ao defender da tribuna da C&acirc;mara dos Deputados a legaliza&ccedil;&atilde;o do jogo no Brasil. O parlamentar afirmou que o setor tem potencial de arrecadar cerca de R$ 15 bilh&otilde;es por ano, quase um ter&ccedil;o do or&ccedil;amento federal para a &aacute;rea de educa&ccedil;&atilde;o em 2014. Segundo ele, tal legaliza&ccedil;&atilde;o poderia diminuir o d&eacute;ficit or&ccedil;ament&aacute;rio previsto em R$ 30,5 bilh&otilde;es para 2016.<br />
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<em>&ldquo;Em vez de querer recriar a CPMF, que tem o rep&uacute;dio total da popula&ccedil;&atilde;o brasileira; em vez de taxar, ou aumentar a al&iacute;quota do imposto de renda de pessoa f&iacute;sica, como est&aacute; sendo proposto, n&oacute;s poder&iacute;amos, num passo simples, solucionar dois problemas. Arrecadar dinheiro e criar o marco regulat&oacute;rio do jogo no Brasil&rdquo;</em>, defendeu.<br />
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Halum pontuou que a falta de regula&ccedil;&atilde;o do jogo no Brasil tem permitido que muito dinheiro brasileiro v&aacute; para o exterior. <em>&ldquo;As pessoas saem do Brasil para jogar l&aacute; fora. Imaginem os empregos que n&oacute;s poder&iacute;amos gerar aqui, sobretudo nesse momento de crise e desemprego. Ultimamente o jogo na internet tem sido a grande sensa&ccedil;&atilde;o no mundo inteiro. Empresas brasileiras tem se instalado no Paraguai e no Uruguai para comandar o jogo da internet do Brasil. E nunca recolheram sequer um centavo de imposto para o povo brasileiro</em>&rdquo;, reclama o parlamentar.<br />
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Dados da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU) mostram que entre os 193 pa&iacute;ses-membros, 75,52% t&ecirc;m o jogo legalizado e regulamentado, sendo que o Brasil est&aacute; entre os 24,48% que n&atilde;o legalizaram esta atividade. J&aacute; entre os 156 pa&iacute;ses que comp&otilde;em a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Turismo, 71,16% tem o jogo legalizado, mas vale ressaltar que entre os 28,84% (45 pa&iacute;ses) que n&atilde;o legalizaram a atividade, 75% s&atilde;o isl&acirc;micos e tem a motiva&ccedil;&atilde;o na religi&atilde;o.<br />
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&ldquo;<em>Precisamos urgentemente pensar na legaliza&ccedil;&atilde;o desses jogos de alguma forma, com o estado arrecadando impostos e legalizando a quest&atilde;o trabalhista desses milhares de funcion&aacute;rios. Atualmente, por mais que prendam todos os chefes, as pessoas ainda v&atilde;o jogar, &eacute; uma quest&atilde;o pessoal, n&atilde;o cabe ao Governo intervir. J&aacute; permitimos o jogo da Caixa Econ&ocirc;mica Federal, agora &eacute; necess&aacute;rio regulamentar os outros moldes, isso arrecadaria tr&ecirc;s vezes mais que o cigarro ou a ind&uacute;stria automobil&iacute;stica e quatro vezes mais do que as bebidas</em>&rdquo;, concluiu.</span>

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