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Irmãs separadas há mais de 40 anos se reencontram durante tratamento contra câncer no Tocantins

admin -

<span style="font-size:14px;">As irm&atilde;s,&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">Na&iacute;des Souza e Ana da Silva, separadas h&aacute; mais de 40 anos, se reencontraram em Palmas (TO)</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;durante tratamento conta c&acirc;ncer&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">na Casa de Apoio Vera L&uacute;cia Pagani.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">A semelhan&ccedil;a entre elas &eacute; n&iacute;tida e foi justamente a apar&ecirc;ncia f&iacute;sica aliada a curiosidade de uma parente de Ana que tornou poss&iacute;vel o encontro. A dona de casa Na&iacute;des Souza, conta que logo ap&oacute;s um culto na casa de apoio em uma conversa informal uma hospede intrigada come&ccedil;ou a interrog&aacute;-la e com a troca de informa&ccedil;&otilde;es chegaram &agrave; conclus&atilde;o de que Ana era a irm&atilde; que Na&iacute;des e a fam&iacute;lia tinham tanto desejo de rever.<br />
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Ana da Silva &eacute; funcion&aacute;ria p&uacute;blica e foi levada da fam&iacute;lia por um parente quando tinha apenas 10 anos de idade. No inicio, a fam&iacute;lia se reencontrava de tempos em tempos, mas com o passar dos anos o distanciamento foi crescendo at&eacute; perderem o contato por completo. Ana afirma que teve seu sobrenome mudado e por fim foi abandonada pelos pais adotivos em um juizado.<br />
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Desde esse per&iacute;odo, Ana considerava como fam&iacute;lia apenas o esposo, a filha e os dois netos. Emocionada a funcion&aacute;ria p&uacute;blica relata: <em>&ldquo;Eu achei que estava sozinha nesse mundo, sofri muito pelo abandono, mas agora em um momento t&atilde;o dif&iacute;cil da minha vida descubro que tenho um pai, uma m&atilde;e e irm&atilde;os. Espero ansiosa poder rev&ecirc;-los&rdquo;</em>.<br />
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Tanto Ana quanto Na&iacute;des est&atilde;o em Palmas para o tratamento de c&acirc;ncer de mama. Atualmente, Ana mora em Araguacema e sua irm&atilde; que &eacute; natural de Alvorada (GO) continua em sua terra natal. Mesmo com toda a expectativa da fam&iacute;lia, Ana est&aacute; em um momento delicado do seu tratamento em que n&atilde;o pode se deslocar. J&aacute; seus pais s&atilde;o muito idosos e tamb&eacute;m n&atilde;o suportariam a viagem.<br />
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O que pode parecer um empecilho, para essas irm&atilde; guerreiras &eacute; s&oacute; mais um motivo para buscarem a melhora e a oportunidade de estarem todos juntos outra vez: &ldquo;<em>Eu estou um pouco melhor e por isso estou lutando com toda for&ccedil;a pela sa&uacute;de de minha irm&atilde;. Quer&iacute;amos muito ter nos reencontrado em outro momento da vida em que pud&eacute;ssemos comemorar, mas vamos entender isso como uma ben&ccedil;&atilde;o e vamos nos recuperar e festejar</em>&rdquo;, sonha Na&iacute;des.<br />
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<strong><u>A Casa</u></strong><br />
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A Casa de Apoio Vera L&uacute;cia Pagani &eacute; um espa&ccedil;o para abrigar pessoas do interior do Tocantins e at&eacute; mesmo de outros Estados que utilizam os hospitais p&uacute;blicos de Palmas. O local &eacute; mantido pelo Governo do Estado.<br />
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No primeiro semestre de 2015 foram realizados 11.734 atendimentos, proporcionando seguran&ccedil;a, conforto e a proximidade dos familiares com os pacientes internados. A Casa tamb&eacute;m hospeda aqueles que recebem alta m&eacute;dica e n&atilde;o podem voltar imediatamente para a sua cidade de origem.</span>

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