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Kátia Abreu é favorita para assumir Casa Civil com previsível queda de Mercadante; vai acalmar ânimos entre PMDB e PT

admin -

<span style="font-size:14px;">A senadora tocantinense e ministra da Agricultura, K&aacute;tia Abreu (PMDB), &eacute; um dos principais nomes cotados para assumir o cargo hoje ocupado pelo petista Aloizio Mercadante, chefe da Casa Civil no governo da presidente Dilma Rousseff.<br />
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Segundo informa&ccedil;&otilde;es do jornal <em>Folha de S.Paulo</em>, ainda que o PT n&atilde;o esteja disposto a perder o controle do cargo, a indica&ccedil;&atilde;o de K&aacute;tia Abreu se faz necess&aacute;ria como uma esp&eacute;cie de &quot;gesto de paz&quot; entre os dois partidos. &quot;</span><span style="font-size:14px;"><em>Um nome que &eacute; visto com simpatia entre aliados&quot;</em>, diz.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Outro cotado, o</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;ministro da Defesa, Jaques Wagner (PT)</span><span style="font-size:14px;">, favorito do ex-presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, surge como o principal representante&nbsp;do PT, Abreu seria uma esp&eacute;cie de &quot;ombro amigo&quot; da presidente.<br />
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Dilma Russeff foi madrinha no casamento de K&aacute;tia Abreu que aconteceu no in&iacute;cio deste ano e seria uma pessoa de confian&ccedil;a da governante dentro do PMDB.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Oficialmente, o Pal&aacute;cio do Planalto divulgou nota negando com &quot;veem&ecirc;ncia&quot; que a&nbsp;presidente pretenda trocar Mercadante, mas a Folha ouviu relato de interlocutores de&nbsp;Dilma em que ela manifestou abertamente sua inten&ccedil;&atilde;o de ceder &agrave;s press&otilde;es, tanto de&nbsp;peemedebistas como de petistas, e mudar o comando da Casa Civil.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Mercadante colecionou ao longo dos &uacute;ltimos meses atritos com o PMDB, principalmente&nbsp;com o vice&shy;presidente, Michel Temer.<br />
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O petista acabou virando alvo de press&otilde;es de aliados, que passaram a defender sua sa&iacute;da&nbsp;como solu&ccedil;&atilde;o para a crise pol&iacute;tica. Seus cr&iacute;ticos o consideram abrasivo no trato e&nbsp;centralizador na tomada de decis&otilde;es.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Dentro do PMDB, uma ala do partido, ligada ao vice&shy;-presidente, acredita que um&nbsp;correligion&aacute;rio no comando da Casa Civil poderia reaproximar os peemedebistas do&nbsp;Pal&aacute;cio do Planalto.<br />
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K&aacute;tia Abreu, contudo, n&atilde;o conta com o apoio integral do partido.<br />
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Seu nome como candidata ao posto de Mercadante foi citado durante jantar de&nbsp;governadores do PMDB com Temer, os presidentes do Senado, Renan Calheiros (AL), e&nbsp;da C&acirc;mara, Eduardo Cunha (RJ), e os l&iacute;deres da sigla no Congresso.<br />
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Os presentes ponderaram que, embora n&atilde;o seja um quadro tradicional da legenda, a&nbsp;peemedebista &eacute; pr&oacute;xima &agrave; presidente Dilma, que foi madrinha de seu casamento no in&iacute;cio&nbsp;deste ano, e tamb&eacute;m de Temer.<br />
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K&aacute;tia seria como um &quot;ombro amigo&quot; para Dilma, que se fortaleceria com algu&eacute;m de sua&nbsp;confian&ccedil;a por perto.<br />
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As resist&ecirc;ncias internas no pr&oacute;prio PMDB a seu nome e, principalmente, no PT, tornam,&nbsp;por&eacute;m, seu caminho em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; Casa Civil complicado.</span>

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