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Tocantins é o segundo Estado da Região Norte com mais focos de incêndio, aponta levantamento

admin -

<span style="font-size:14px;">O Tocantins &eacute; o segundo estado, da regi&atilde;o norte, com maior focos de queimadas segundo um levantamento realizado pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Munic&iacute;pios (CNM), este ano. De acordo com os dados, o estado registrou 6.527 em 2015, ficando atr&aacute;s apenas do Par&aacute;, com 11.199.<br />
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Conforme a CNM, em n&iacute;vel nacional, o estado fica em quarto lugar. No topo da lista est&aacute; o Mato Grosso, com 13.191, seguido do Par&aacute; e em terceiro o Maranh&atilde;o, com 9.459 registros. Ainda segunda a confedera&ccedil;&atilde;o, os meses recordistas de queimadas em todo o Brasil, est&atilde;o entre junho e setembro.<br />
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A Defesa Civil do Tocantins confirma os dados da CNM. De acordo com o &uacute;ltimo Boletim de Estiagem, publicado na sexta-feira (11), o m&ecirc;s de agosto aparece no topo, com 2.540 focos de calor. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).<br />
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Ainda segundo o Boletim, a maior concentra&ccedil;&atilde;o de focos de inc&ecirc;ndio aparece nas unidades de conserva&ccedil;&atilde;o, com 1.200 registros, seguido de terras ind&iacute;genas, com 902 focos e em terceiro lugar aparecem as rodovias, com 860 pontos.<br />
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<strong><u>Causas</u></strong><br />
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Segundo a CNM, entre as principais causas para as queimadas, aparecem a estiagem prolongada, a baixa umidade e o calor. De acordo com a Confedera&ccedil;&atilde;o, os focos de inc&ecirc;ndios podem ser provocados ainda, por fatores naturais, como raios solares, dependendo do calor, concentra&ccedil;&atilde;o de raios em peda&ccedil;os de vidros, ou em decorr&ecirc;ncia da imprud&ecirc;ncia do ser humano.<br />
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Ainda segundo a Confedera&ccedil;&atilde;o, outros fatores a serem considerados s&atilde;o os casos em que pessoas ateiam fogo em propriedade vizinha, fagulhas das locomotivas e fornos de carv&otilde;es e lenha. Al&eacute;m das queimadas para pasto e agricultura de subsist&ecirc;ncia, que sem o devido controle e orienta&ccedil;&otilde;es, podem contribuir para o aumento de inc&ecirc;ndios em matas, alcan&ccedil;ando maiores propor&ccedil;&otilde;es.<br />
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<strong><u>Brasil</u></strong><br />
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No pa&iacute;s, de janeiro a setembro de 2015, a soma de queimadas em todo o pa&iacute;s chegou a 76.192 focos Os dados s&atilde;o do Inpe e do Sistema Nacional de Preven&ccedil;&atilde;o e Combate aos Inc&ecirc;ndios Florestais (PrevFogo), coordenado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov&aacute;veis (Ibama).</span><br />
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<span style="font-size:14px;"><strong><u>Recomenda&ccedil;&otilde;es</u></strong><br />
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Conforme a Defesa Civil Estadual, o tempo seco aumenta o risco de inc&ecirc;ndios florestais. Com isso, recomenda-se &agrave; popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o fazer fogueiras e tamb&eacute;m n&atilde;o jogar pontas de cigarros para fora dos ve&iacute;culos. Al&eacute;m disso, os motoristas que trafegarem por regi&otilde;es sujeitas a inc&ecirc;ndios dever&atilde;o ter aten&ccedil;&atilde;o redobrada devido &agrave; visibilidade reduzida pela fuma&ccedil;a.<br />
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Para a popula&ccedil;&atilde;o em geral, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; que n&atilde;o coloque fogo em folhas ou galhos secos e principalmente nos terrenos baldios.<br />
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<strong><u>Orienta&ccedil;&otilde;es quando h&aacute; aumento da temperatura e baixa umidade relativa do ar:</u></strong><br />
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At&eacute; 30% – Observa&ccedil;&atilde;o;<br />
Entre 30% e 20% – Estado de Aten&ccedil;&atilde;o;<br />
Entre 20% e 12% – Estado de Alerta;<br />
Abaixo de 12% – Situa&ccedil;&atilde;o de Emerg&ecirc;ncia.</span><br />
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