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Primeiros ovos monitorados de tartarugas e tracajás são transferidos para evitar saqueamento da população

admin -

<span style="font-size:14px;">O monitoramento do per&iacute;odo da desova das tartarugas da Amaz&ocirc;nia e tracaj&aacute;s identificaram, at&eacute; esta quarta-feira (16), 220 ovos que foram transferidos para base do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), montada na Praia da Gaivota, munic&iacute;pio de Araguacema (TO). A a&ccedil;&atilde;o faz parte do Projeto Quel&ocirc;nios e&nbsp; est&aacute; sendo implementada pelos t&eacute;cnicos do &oacute;rg&atilde;o da &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental (APA) do Bananal/Cant&atilde;o.<br />
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O supervisor de Gest&atilde;o APA Ilha do Bananal/Cant&atilde;o, F&aacute;bio Gamba, explicou que as sa&iacute;das para campo ocorrem a cada dois dias com o objetivo de identificar poss&iacute;veis lugares utilizados pelas f&ecirc;meas para depositarem seus ovos. &ldquo;<em>A desova que encontramos foi feita nos tr&ecirc;s &uacute;ltimos dias. A partir da base que montamos estamos supervisionando um raio de 40 km das praias que abrangem o munic&iacute;pio</em>&rdquo;, informou.<br />
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Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; transfer&ecirc;ncia dos ovos que s&atilde;o retirados da cova original para a base, o supervisor explicou que &eacute; necess&aacute;rio para a preserva&ccedil;&atilde;o dos futuros filhotes. &ldquo;<em>Os ovos s&atilde;o relocados para evitar o saqueamento, principalmente de pessoas que frequentam as praias. Fazemos uma cova com as caracter&iacute;sticas naturais e depositamos os ovos at&eacute; a sua eclos&atilde;o</em>&rdquo;, finalizou F&aacute;bio Gamba.<br />
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As a&ccedil;&otilde;es do plano de manejo e monitoramento ser&atilde;o realizadas at&eacute; o final deste ano.<br />
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<strong><u>Projeto</u></strong><br />
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As atividades iniciaram no &uacute;ltimo dia 10 com a constru&ccedil;&atilde;o da base. Ap&oacute;s a identifica&ccedil;&atilde;o dos locais de desovas, a equipe realiza a transfer&ecirc;ncia dos ovos em covas amea&ccedil;adas. At&eacute; o nascimento, a equipe monitora para que os filhotes possam ser reintroduzidos &agrave; natureza.<br />
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A a&ccedil;&atilde;o, que abrange o monitoramento e acompanhamento desses animais nos rios do Estado, desde a desova at&eacute; a introdu&ccedil;&atilde;o dos filhotes na natureza, contribui para recompor a esp&eacute;cie e, sobretudo, para que a tartaruga sa&iacute;sse, em 2003, da lista de animais em extin&ccedil;&atilde;o.</span>

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