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Dólar comercial supera marca de R$ 4 pela primeira vez na história do Plano Real no Brasil

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<span style="font-size:14px;">O d&oacute;lar comercial ultrapassou a marca de R$ 4 pela primeira vez na hist&oacute;ria nesta ter&ccedil;a-feira (22). Desde a cria&ccedil;&atilde;o do Plano Real, em 1994, o d&oacute;lar chegou a atingir R$ 4 em 10 de outubro de 2002, mas nunca tinha superado esse valor. Por volta das 9h20 desta ter&ccedil;a, a moeda norte-americana subiu 1,14%, chegando a R$ 4,026 na venda.<br />
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O valor do d&oacute;lar varia ao longo do dia e, por isso, a cota&ccedil;&atilde;o de fechamento n&atilde;o necessariamente ser&aacute; a maior da hist&oacute;ria. Investidores aguardavam a vota&ccedil;&atilde;o dos vetos da presidente Dilma Rousseff no Congresso e se preocupam caso o banco central dos Estados Unidos eleve ainda mais os juros este ano.<br />
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Com a moeda em alta, a situa&ccedil;&atilde;o ficou apertada para quem precisa da moeda para viajar a passeio ou estudar no exterior. A alta da moeda tamb&eacute;m desperta o interesse de investidores, que querem saber se vale a pena comprar d&oacute;lar como aplica&ccedil;&atilde;o financeira, ou at&eacute; mesmo, de quem tem a moeda e quer lucrar com a venda.<br />
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Para Mauro Calil, especialista em investimentos e Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da TOV Corretora, a tend&ecirc;ncia da moeda &eacute; de alta. &quot;<em>O d&oacute;lar pode chegar a R$ 4,20 at&eacute; o fim do ano</em>&quot;, diz Calil. Silveira acredita que a moeda pode subir mais ainda, chegando a marca de R$ 4,50.<br />
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<strong><u>Infla&ccedil;&atilde;o</u></strong><br />
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O &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor – Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma pr&eacute;via da infla&ccedil;&atilde;o, mostrou aumento de pre&ccedil;os de 0,39% entre o final de agosto e o come&ccedil;o de setembro, uma desacelera&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao m&ecirc;s anterior, quando o &iacute;ndice tinha registrado alta de 0,43% nos pre&ccedil;os. No acumulado em 12 meses, a infla&ccedil;&atilde;o fica em 9,57%, a mesma registrada em agosto e a maior neste tipo de compara&ccedil;&atilde;o desde dezembro de 2003 (9,86%).<br />
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O objetivo do governo &eacute; manter a alta dos pre&ccedil;os em 4,5% ao ano, mas h&aacute; uma toler&acirc;ncia de dois pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, a infla&ccedil;&atilde;o pode variar entre 2,5% e 6,5%</span>

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