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Caminhada da Inclusão pede respeito ao deficiente e mais acessibilidade em Araguaína

admin -

<span style="font-size:14px;">A Associa&ccedil;&atilde;o das Pessoas com Defici&ecirc;ncia de Aragua&iacute;na (ADA) promoveu na manh&atilde; de segunda-feira (21) a 3&ordf; Caminhada da Inclus&atilde;o em Aragua&iacute;na (TO). Mais de 200 pessoas de diferentes entidades caminharam pelas ruas do centro para chamar a aten&ccedil;&atilde;o da comunidade. A inten&ccedil;&atilde;o foi sensibilizar a popula&ccedil;&atilde;o para que respeite a pessoa com defici&ecirc;ncia e pedir inclus&atilde;o na sociedade.<br />
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Neste ano o tema foi &ldquo;<em>Construa acessos, derrube barreiras</em>&rdquo;. Segundo um dos organizadores, Jeferson Coutinho, Aragua&iacute;na possui grande p&uacute;blico de pessoas com algum tipo de defici&ecirc;ncia. S&atilde;o mais de 36 mil, segundo o Censo de 2010.<br />
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O grupo partiu da Pra&ccedil;a do Galo e caminhou at&eacute; a Pra&ccedil;a das Bandeiras, exibindo faixas e cartazes. &ldquo;<em>Fazemos isso pra despertar o senso cr&iacute;tico, o senso moral da pr&oacute;pria sociedade, pra que eles respeitem as pessoas com defici&ecirc;ncia. Est&atilde;o parando na vaga das pessoas com defici&ecirc;ncia. Ao fazer uma cal&ccedil;ada, lembre que tem gente que precisa de mobilidade&rdquo;, </em>declarou Coutinho.<br />
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A falta de cal&ccedil;adas adequadas foi apontada como um dos principais entraves para mobilidade do pedestre, especialmente de idosos e deficientes em Aragua&iacute;na.<br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/acessibilidade.jpg" style="width: 600px; height: 450px;" />&ldquo;<em>Voc&ecirc; n&atilde;o tem um transporte, n&atilde;o tem uma cal&ccedil;ada onde voc&ecirc; possa realmente transitar com qualidade de vida. Uma cidade acess&iacute;vel, ela &eacute; visivelmente organizada. Onde um cadeirante tem dificuldade de transitar, uma pessoa idosa tamb&eacute;m tem. E hoje, s&oacute; em Aragua&iacute;na, s&atilde;o 16 mil pessoas acima de 60 anos</em>&rdquo;, disse Coutinho.&nbsp;Segundo ele, o movimento tamb&eacute;m buscou sensibilizar o com&eacute;rcio para constru&ccedil;&atilde;o de rampa de acesso. <em>&ldquo;Somos um p&uacute;blico alto para o com&eacute;rcio varejista em geral. E a gente precisa dessa acessibilidade, pra que a gente possa realmente ter a liberdade e o direito de ir e vir&rdquo;</em>.<br />
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<em>A organiza&ccedil;&atilde;o agradeceu o apoio dos parceiros e a Aciara que patrocinou as camisetas. &ldquo;Esse &eacute; o terceiro ano que fazemos isso e a cada dia a gente v&ecirc; uma melhora. &Eacute; uma coisa muito boa n&atilde;o s&oacute; pra uma pessoa, mas sim pra pr&oacute;pria cidade no geral&rdquo;</em>, finalizou.<br />
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Participaram da caminhada pessoas da Apae, da ADA, da Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o com o ensino Especial, o GAL &#8210;Grupo de Apoio Local, do Senai,&nbsp; o departamento de Empregabilidade da Pessoa com Defici&ecirc;ncia do Sine, Conselho da Pessoa com Defici&ecirc;ncia e os secret&aacute;rios de Habita&ccedil;&atilde;o e A&ccedil;&atilde;o Social, Geraldo Silva e Jos&eacute; da Guia respectivamente.</span>

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