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Agricultores familiares de Araguaína participam de encontro sobre alimentos orgânicos

admin -

<span style="font-size:14px;">Com o objetivo de fomentar a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos org&acirc;nicos na regi&atilde;o de Aragua&iacute;na, foi realizado nesta quarta-feira (23 ) o Encontro de Sensibiliza&ccedil;&atilde;o ODS 2 &ndash; Promover Agricultura Sustent&aacute;vel. O encontro, que teve apoio da Prefeitura, foi promovido pelo Movimento N&oacute;s Podemos Tocantins e Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Durante o evento, realizou-se uma oficina de forma&ccedil;&atilde;o, cadastramento e opera&ccedil;&atilde;o da Organiza&ccedil;&atilde;o de Controle Social (OCS).<br />
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O fiscal federal agropecu&aacute;rio do Minist&eacute;rio da Agricultura, engenheiro agr&ocirc;nomo Marcelo Silvestre Laurino, explicou o que foi repassado aos participantes desse encontro. &ldquo;<em>A ideia foi de dar um panorama do que &eacute; um produto org&acirc;nico, o que &eacute; um sistema org&acirc;nico, que s&atilde;o os princ&iacute;pios que regem o sistema org&acirc;nico&rdquo;</em>, pontuou. &ldquo;<em>Explicar tamb&eacute;m a quest&atilde;o da import&acirc;ncia da certifica&ccedil;&atilde;o, o porqu&ecirc; de certificar um produto e mostrar quais as formas de certifica&ccedil;&atilde;o que est&atilde;o previstas na legisla&ccedil;&atilde;o brasileira</em>&rdquo;, detalhou o fiscal federal.<br />
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Ainda segundo Silvestre Laurino, os programas do Governo Federal e de alguns governos estaduais tamb&eacute;m est&atilde;o dando prefer&ecirc;ncia ou ent&atilde;o pagando pre&ccedil;os mais atrativos para produtos org&acirc;nicos. &ldquo;<em>Ent&atilde;o o agricultor precisa ter alguns desses mecanismos para comprovar a sua condi&ccedil;&atilde;o, para comprovar que o seu manejo est&aacute; no sistema previsto em lei</em>&rdquo;, destacou.<br />
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Sobre as condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas para a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos org&acirc;nicos, o fiscal federal afirmou que o Tocantins, em espec&iacute;fico Aragua&iacute;na, tem o potencial para a produ&ccedil;&atilde;o desses tipos de alimentos. &ldquo;<em>O que move a energia do mundo &eacute; o Sol. E aqui no Tocantins &eacute; um dos estados mais ricos do Brasil em energia solar, que &eacute; a energia que move o mundo&rdquo;</em>, disse.<br />
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<em>&ldquo;O &uacute;nico cuidado que voc&ecirc; precisa fazer &eacute; procurar quais s&atilde;o as plantas que est&atilde;o mais adequadas para o tipo de clima que voc&ecirc; tem aqui. Mas eu acho que a quantidade de &aacute;gua que voc&ecirc;s tem aqui, o solo que voc&ecirc;s tem aqui, o capital humano, a quantidade de terra, especialmente a energia solar que voc&ecirc;s tem, seguramente voc&ecirc;s s&atilde;o um dos Estados mais ricos no potencial no Brasil, &eacute; s&oacute; desenvolver esse potencial&rdquo;</em>, finalizou.<br />
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<strong><u>Mais encontros</u></strong><br />
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A secret&aacute;ria executiva da ODM, Paula Zerbini, explicou que outros encontros ser&atilde;o promovidos para capacitar ainda mais os agricultores para a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos org&acirc;nicos. &ldquo;A gente ainda vai realizar um encontro em outubro e mais dois encontros em novembro para fortalecer mais essa capacita&ccedil;&atilde;o dos agricultores familiares para esse rol de produ&ccedil;&atilde;o&rdquo;, informou.<br />
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Segundo a secret&aacute;ria executiva, a Prefeitura de Aragua&iacute;na tem uma meta a ser atingida no Compra Direta, que &eacute; de 30% de produtores cadastrados no programa tem que fornecer alimentos org&acirc;nicos. &ldquo;<em>A nossa perspectiva, enquanto Prefeitura, &eacute; que se organizem esses produtores, para que eles possam fornecer produtos a partir do pr&oacute;ximo ano j&aacute; para o programa do Compra Direta de 2016&rdquo;</em>, concluiu.<br />
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<strong><u>Produtores</u></strong><br />
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O agricultor &Aacute;lvaro Noleto Pinto, da regi&atilde;o de Aragominas, est&aacute; come&ccedil;ando a se organizar para produzir alimentos org&acirc;nicos e aproveitou o encontro para conhecer mais sobre este tipo de produto. &ldquo;<em>Foi muito importante participar porque a gente sabe que tudo que consumimos &eacute; com veneno. Ent&atilde;o, com esse projeto de org&acirc;nico, a gente vai comer uma coisa saud&aacute;vel. E a gente sabe que vai colocar esses selos, produzir esses produtos, com esses selos de certifica&ccedil;&atilde;o e o pessoal que compra os nossos produtos vai saber que &eacute; um produto totalmente garantido org&acirc;nico</em>&rdquo;, comentou o agricultor.<br />
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Noleto Pinto tem a expectativa de produzir uma m&eacute;dia mensal de 300 a 500 kg de hortali&ccedil;as, em um grupo de cinco agricultores, a partir do in&iacute;cio da produ&ccedil;&atilde;o.</span>

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