Seet
Sobral – 300×100

Médicos residentes no Tocantins paralisam atividades em protesto contra Governo Federal

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
<em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br />
<br />
Os m&eacute;dicos residentes do Tocantins decidiram paralisar as atividades nesta quarta-feira (24) em protesto contra&nbsp; o governo federal. O ato &eacute; em todo o Brasil no qual a classe reivindica entre &nbsp;tantas outras, melhores qualidades de ensino, melhoria na assist&ecirc;ncia e no trabalho. A classe tamb&eacute;m reivindica reajuste da bolsa.<br />
<br />
A presidente do Sindicato dos M&eacute;dicos no Tocantins, Janice Paikow, informou ao<em> <strong>AF Not&iacute;cias</strong></em> que a classe tamb&eacute;m foi afetada pela atual conjuntura politica brasileira. &ldquo;<em>Os m&eacute;dicos residentes com o novo projeto de governo n&atilde;o s&atilde;o vistos como estudantes porque aumentam &ndash;se as vagas e n&atilde;o d&aacute; melhoria na qualidade de trabalho&rdquo;</em>, disse.<br />
<br />
Segundo ela, os m&eacute;dicos residentes da &aacute;rea de ginecologia e obstetr&iacute;cia do hospital Dona Regina na Capital est&atilde;o paralisados h&aacute; 15 dias.<br />
<br />
Atualmente, a carga hor&aacute;ria dos residentes &eacute; de 60 horas mensais no Estado. Segundo informa&ccedil;&otilde;es, no Tocantins existe 20 m&eacute;dicos residentes em Aragua&iacute;na e Gurupi e 80 em Palmas.</span><br />
<br />
<span style="font-size:14px;">A resid&ecirc;ncia m&eacute;dica se assemelha a outros programas de capacita&ccedil;&atilde;o, como o &ldquo;Mais M&eacute;dicos&rdquo;. Entretanto, a categoria recebe 25% do valor pago a profissionais das demais iniciativas.<br />
<br />
O vice-presidente da associa&ccedil;&atilde;o,&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">Ridelsom Alves,</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;critica tamb&eacute;m o descumprimento do governo federal em rela&ccedil;&atilde;o ao aux&iacute;lio-moradia.&nbsp;De acordo com Ridelsom Miranda, o benef&iacute;cio &eacute; previsto na Legisla&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o o compromisso n&atilde;o est&aacute; sendo assumido.<br />
<br />
A classe tem pouca representatividade na Comiss&atilde;o Nacional de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica, que regula e garante a qualidade dos programas do setor no Pa&iacute;s. A Uni&atilde;o mant&eacute;m a maioria das cadeiras no &oacute;rg&atilde;o, o que prejudica a delibera&ccedil;&atilde;o de iniciativas favor&aacute;veis &agrave; categoria. A reforma na composi&ccedil;&atilde;o da entidade tamb&eacute;m &eacute; reivindicada. &ldquo;O governo &eacute; maioria nesta comiss&atilde;o. Ou seja, quando o governo prop&otilde;e algo, consegue aprovar mesmo com a manifesta&ccedil;&atilde;o contr&aacute;ria dos residentes&rdquo;, disse.<br />
<br />
As medidas da Uni&atilde;o para reagir diante da crise econ&ocirc;mica tamb&eacute;m influenciaram a sa&uacute;de, conforme Ridelsom Miranda, o que &eacute; alvo de cr&iacute;tica dos residentes. &ldquo;O governo entendeu que cortar verbas dos hospitais seria uma forma de economizar, mas entendemos que a popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode pagar com a vida a m&aacute; gest&atilde;o dos governantes&rdquo;, disparou.<br />
<br />
Por fim, o vice-presidente da associa&ccedil;&atilde;o dos residentes espera que a popula&ccedil;&atilde;o compreenda a manifesta&ccedil;&atilde;o da classe. Ridelsom Miranda garantiu que apesar da mobiliza&ccedil;&atilde;o, os servi&ccedil;os de emerg&ecirc;ncia e urg&ecirc;ncia continuam sendo ofertados.</span>

Comentários pelo Facebook: