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Greve do INSS chega o fim no Tocantins; em Araguaína, atendimento segue parcial

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
<em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br />
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A greve dos Servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi encerrada nesta sexta-feira (25) em todo o Brasil. No Tocantins a decis&atilde;o foi un&acirc;nime das ag&ecirc;ncias pelo fim do movimento. Os&nbsp; servidores aceitaram a&nbsp; proposta do governo de aumento de 10,8% , uma parte a ser paga em agosto do ano que vem e outra em janeiro de 2017.<br />
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Mesmo com o fim da greve, o atendimento s&oacute; dever&aacute; ser retomado na semana que vem. &rdquo;N<em>&oacute;s votamos para acompanhar o movimento nacional, mas s&oacute; voltaremos ao trabalho quando o termo de acordo estiver assinado. J&aacute; tem uma minuta pronta e a informa&ccedil;&atilde;o que tive &eacute; de que o governo vai sentar com federa&ccedil;&atilde;o na segunda-feira (28) para fazer a assinatura. S&oacute; a partir da&iacute; &eacute; que haver&aacute; o retorno da greve</em>&rdquo;, disse o representante do movimento grevista no Estado, Raliel Oliveira.<br />
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De acordo com informa&ccedil;&otilde;es, a ag&ecirc;ncia de Aragua&iacute;na est&aacute; atendendo parcialmente, por meio de agendamento.<br />
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A greve nacional come&ccedil;ou no dia 7 de julho, em cerca de 20 Estados brasileiros e durou cerca de 80 dias. A classe pede, entre outras reinvidica&ccedil;&otilde;es, um reajuste salarial de 27,5% imediato, com aumento gradual durante os pr&oacute;ximos quatro anos. Eles tamb&eacute;m pedem melhorias nas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e no atendimento &agrave; popula&ccedil;&atilde;o.</span><br />
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<span style="font-size:14px;"><strong><u>Peritos</u></strong><br />
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Al&eacute;m dos servidores administrativos, os peritos do INSS tamb&eacute;m est&atilde;o em greve em todo o pa&iacute;s. A paralisa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou no &uacute;ltimo dia 4 e, segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos M&eacute;dicos Peritos em Previd&ecirc;ncia Social, ainda n&atilde;o h&aacute; previs&atilde;o de fim do movimento.</span>

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