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Metade dos deputados federais do Tocantins são investigados pelo STF por suspeitas de crimes

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
<em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br />
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Corrup&ccedil;&atilde;o, lavagem de dinheiro e recebimento de propina s&atilde;o alguns dos crimes cometidos por diversos pol&iacute;ticos brasileiros.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">De forma geral, no Brasil, s&atilde;o mais de 130 deputados que respondem inqu&eacute;ritos ou a&ccedil;&otilde;es penais no&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">Supremo Tribunal Federal (</span><span style="font-size:14px;">STF), o que significa&nbsp;&nbsp;que cerca de 26% dos deputados s&atilde;o suspeitos de participa&ccedil;&atilde;o em crimes. No senado, esse &iacute;ndice chega pr&oacute;ximo a 40%.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">No Tocantins, quatro, dos oito Deputados Federais do Estado est&atilde;o sob investiga&ccedil;&atilde;o do STF por suspeitas de participa&ccedil;&atilde;o em crimes.&nbsp;<br />
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Carlos Henrique Gaguim (PMDB-TO), &eacute; investigado no inqu&eacute;rito (<a href="http://4076">4076</a>) por corrup&ccedil;&atilde;o passiva e lavagem de dinheiro.<br />
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O deputado L&aacute;zaro Botelho (PP-TO) &eacute; alvo do &nbsp;inqu&eacute;rito (<a href="http://3989">3989</a>) por lavagem de dinheiro, corrup&ccedil;&atilde;o passiva e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilha, na <em>&quot;Opera&ccedil;&atilde;o Lava Jato&quot;</em>. O deputado foi citado pelo doleiro Alberto Youssef como um dos benefici&aacute;rios da &ldquo;<em>cota&rdquo; </em>paga ao PP, constitu&iacute;da pelas propinas de empreiteiras. O deputado atesta que n&atilde;o teve qualquer envolvimento com as pr&aacute;ticas apontadas por Youssef. &ldquo;A men&ccedil;&atilde;o de seu nome &eacute; totalmente infundada&rdquo;, afirmou.<br />
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A Professora Dorinha (DEM-TO) &eacute; investigada nos inqu&eacute;ritos (<a href="http://3587">3587</a>, <a href="http://3571">3571</a>, <a href="http://3731">3731</a>, <a href="http://3581">3581</a>, <a href="http://3789">3789</a>) e nas a&ccedil;&otilde;es penais (<a href="http://915">915</a> e <a href="http://946">946</a>) por peculato e crimes contra a Lei de Licita&ccedil;&otilde;es. A deputada disse que a Justi&ccedil;a do Tocantins j&aacute; arquivou alguns inqu&eacute;ritos. &ldquo;<em>E o TCU tamb&eacute;m n&atilde;o identificou qualquer irregularidade&rdquo;</em>, disse.<br />
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J&aacute; o deputado C&eacute;sar Halum (PRB-TO) &eacute; investigado no Inqu&eacute;rito (<a href="http://3611">3611</a>) por peculato, falsidade ideol&oacute;gica e corrup&ccedil;&atilde;o passiva. O deputado informa que desconhece a investiga&ccedil;&atilde;o.</span><br />
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