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Direção do Presídio Barra da Grota contesta e diz que morte de detento ocorreu por venda de celular

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
<em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br />
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Os acusados de matar o detento Elismar In&aacute;cio Valdivino na Unidade de Tratamento Penal Barra da Grota, em Aragua&iacute;na (TO), foram levados de volta ao Pres&iacute;dio.<br />
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Lu&iacute;s Dias Reis (Gordo), condenado a sete anos por tr&aacute;fico de drogas e Leonardo Ara&uacute;jo Cardoso, condenado a cinco anos por roubo, s&atilde;o acusados pelo assassinato do preso. Os tr&ecirc;s estavam no mesmo pavilh&atilde;o.<br />
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<em>&ldquo;O homic&iacute;dio aconteceu em raz&atilde;o da comercializa&ccedil;&atilde;o de um aparelho de celular, ou seja, o Elismar teria adquirido um celular do Lu&iacute;s Dias Reis e na data do homic&iacute;dio ele teria cobrado R$ 500 que faltava. O Elismar teria pedido para que o Lu&iacute;s se retirasse da cela dele e o teria chamado de &ldquo;com&eacute;dia&rdquo;. Ent&atilde;o o Lu&iacute;s passou a arquitetar a morte do Elismar &ldquo;, disse Jean Carlos Ferreira, diretor do pres&iacute;dio.</em><br />
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Depois de ouvidos, os dois acusados do crime retornaram ao pres&iacute;dio. Eles foram transferidos do pavilh&atilde;o A para a enfermaria. Segundo a dire&ccedil;&atilde;o da unidade, essa medida seria para evitar novos conflitos entre os presos.<br />
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O crime que resultou na morte de Elismar In&aacute;cio Valdivino ocorreu dentro da cela 209 do pavilh&atilde;o A, na noite do &uacute;ltimo s&aacute;bado (10) no Pres&iacute;dio Barra da Grota. Ele foi encontrado com mais de 20 perfura&ccedil;&otilde;es pelo corpo.<br />
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Valdivino estava preso por latroc&iacute;nio, que &eacute; o roubo seguido de morte. Em sua cela foi encontrado uma vassoura pontiaguda, provavelmente usada para praticar o crime.</span>

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