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Escola de Babaçulândia investe no ensino da Matemática e em ações de sustentabilidade

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<span style="font-size:14px;">A equipe da Escola Estadual Rui Barbosa, localizada em Baba&ccedil;ul&acirc;ndia, &eacute; uma das unidades escolares que est&aacute; conseguindo destaque na regi&atilde;o Norte do Tocantins, pela din&acirc;mica do trabalho e pelas inova&ccedil;&otilde;es. Este ano, a escola est&aacute; enfatizando o estudo da Matem&aacute;tica, a aprendizagem da L&iacute;ngua Portuguesa e investindo em a&ccedil;&otilde;es de sustentabilidade.<br />
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Na &aacute;rea de exatas est&atilde;o sendo realizados dois projetos &ldquo;Vivenciando a Matem&aacute;tica&rdquo; e a &lsquo;Import&acirc;ncia da Matem&aacute;tica para a Vida&rdquo;. Atrav&eacute;s dessas a&ccedil;&otilde;es, os alunos realizar&atilde;o trabalhos pr&aacute;ticas no com&eacute;rcio local, em supermercados e lojas de materiais de constru&ccedil;&atilde;o, para verificar pre&ccedil;os, porcentagem de aumento nos valores das mercadorias, diferen&ccedil;as, etc. De acordo com a diretora, Grazielia Ara&uacute;jo Pitombeira, a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; aproximar a Matem&aacute;tica do dia a dia dos alunos, para que eles aprendam ainda mais sobre o assunto.<br />
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Outro projeto &ldquo;Meu anjo da Guarda&rdquo; est&aacute; sendo desenvolvido durante as aulas de L&iacute;ngua Portuguesa, e consta em promover a aprendizagem coletiva no qual os estudantes que sabem mais ajudam os outros. A ideia &eacute; que a aprendizagem seja constante e que todos tenham as mesmas chances de compreens&atilde;o das disciplinas.<br />
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A Escola conta atualmente com 468 alunos e oferece ensino fundamental, m&eacute;dio e o programa &lsquo;Tocantins alfabetizado&rdquo;.<br />
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<u><strong>Sustentabilidade</strong></u><br />
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A equipe do Rui Barbosa se destacou no ano passado com a constru&ccedil;&atilde;o de uma &lsquo;balsicleta&rsquo;, uma bicicleta feita de garrafas pets que boiava na &aacute;gua. Este ano, j&aacute; foi montada a maquete de uma balsa ecol&oacute;gica e os alunos devem trabalhar em sua constru&ccedil;&atilde;o no segundo semestre. &ldquo;&Eacute; um projeto que todos da escola gostam de participar&rdquo;, disse Grazielia.<br />
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<u><strong>Uma vida dedicada &agrave; escola</strong></u><br />
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A diretora trabalha a 20 anos na escola e l&aacute; exerceu a fun&ccedil;&atilde;o de professora, de coordenadora pedag&oacute;gica e h&aacute; tr&ecirc;s anos administra a escola. Para ela, o maior desafio &eacute; fazer com que a fam&iacute;lia participe do processo educativo. &ldquo;A fam&iacute;lia vem para os eventos da escola, mas essa participa&ccedil;&atilde;o se resume apenas na visita e deixa a responsabilidade de educar para os professores&rdquo;. Grazielia disse que n&atilde;o desanima e que juntamente com os professores est&atilde;o buscando alternativas de fazer com que os pais sejam parceiros no processo de educa&ccedil;&atilde;o dos filhos. (Jos&eacute;lia de Lima)</span></div>

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