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Projeto de César Halum federaliza mais de 520 km de rodovias que estão em condições precárias

admin -

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<span style="font-size:14px;">Foi aprovado nesta quarta-feira (5), na Comiss&atilde;o de Via&ccedil;&atilde;o e Transportes, o projeto de Lei n&ordm; 5.034/13, de autoria do deputado C&eacute;sar Halum (TO). O PL versa sobre a inclus&atilde;o de rodovias do Estado de Tocantins no sistema Rodovi&aacute;rio Federal.<br />
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De acordo com a proposta, os trechos a serem federalizados seriam, a&nbsp; TO/110 que liga Novo Alegre a Novo Jardim (163 km), TO/040 que liga Dian&oacute;polis com a Divisa da Bahia (218 km), TO/040 que vai de Dian&oacute;polis a Almas (57,4 km) e a TO/280 que liga Almas a Natividade (82,2 km), totalizando mais de 520 km que se tornariam responsabilidade do Governo Federal.<br />
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<em>&ldquo;Com a federaliza&ccedil;&atilde;o desses trechos, haver&aacute; consider&aacute;vel melhora na conserva&ccedil;&atilde;o das principais estradas do Estado. O governo do Tocantins n&atilde;o consegue, sozinho, fazer a manuten&ccedil;&atilde;o adequada. Essas rodovias geram consider&aacute;vel arrecada&ccedil;&atilde;o para a federa&ccedil;&atilde;o. Natural, portanto, que parte dessa verba retorne a elas&rdquo;</em>, justificou o autor.<br />
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De acordo com Halum, as&nbsp; rodovias s&atilde;o as principais vias utilizadas na regi&atilde;o para escoamento da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, agropecu&aacute;ria, transporte de gr&atilde;os, min&eacute;rio e produtos industrializados. Ligam toda a Regi&atilde;o Sudeste do Tocantins &agrave;s regi&otilde;es norte, nordeste, oeste e central do estado, al&eacute;m de servir como porta de entrada para produtos do oeste da Bahia e do Norte do Goi&aacute;s &ndash; tamb&eacute;m grandes produtores agr&iacute;colas e pecuaristas.<br />
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Segundo o deputado Ricardo Izar (SP), relator do projeto na Comiss&atilde;o,<em> &ldquo;A federaliza&ccedil;&atilde;o desses trechos ir&aacute; melhorar as condi&ccedil;&otilde;es sociais e econ&ocirc;micas do Tocantins. Os recursos financeiros aplicados pelo governo do estado na malha vi&aacute;ria s&atilde;o, de fato, insuficientes&rdquo;.</em></span></div>

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