Sobral – 300×100
Seet

Comerciantes são conduzidos à delegacia após descumprirem Decreto

admin -

<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;">Quatro comerciantes que resistiram &agrave; ordem de Fiscais de Posturas do Munic&iacute;pio de Aragua&iacute;na para fecharem as conveni&ecirc;ncias na &uacute;ltima segunda-feira, 10, foram conduzidos &agrave; Delegacia de Plant&atilde;o, escoltados por 3 viaturas da Pol&iacute;cia Militar.<br />
<br />
Segundo relatos, eles ainda foram amea&ccedil;ados de pris&atilde;o por forma&ccedil;&atilde;o de quadrilha, em virtude do descumprimento do Decreto Municipal 136, que estabelece o fechamento mais cedo de bares, restaurantes e conveni&ecirc;ncias. .</span><br />
<br />
<span style="font-size: 14px;">Um comerciante que preferiu n&atilde;o ser identificado relatou o drama que viveu na noite naquela noite ao ser encaminhado para a delegacia. Segundo ele, os fiscais e os policiais deram ordem para fechar o estabelecimento em cumprimento ao Decreto Municipal. Por&eacute;m, o comerciante se recusou a baixar as portas do estabelecimento afirmando que o decreto &eacute; ilegal e foi conduzido &agrave; Delegacia de Plant&atilde;o da cidade juntamente com outros tr&ecirc;s empres&aacute;rios de regi&otilde;es diferentes da cidade.</span><br />
<br />
<span style="font-size: 14px;"><u><strong>Escolta</strong></u></span><br />
<br />
<span style="font-size: 14px;">Conforme os relatos, s&atilde;o quatros comerciantes do ramo de conveni&ecirc;ncias, sendo um do Bairro S&atilde;o Jo&atilde;o, dois do Centro e um da regi&atilde;o do Entroncamento. Um deles reclamou que o n&uacute;mero de viaturas foi exagerado, pois outros lugares da cidade ficam vulner&aacute;veis sem a presen&ccedil;a da pol&iacute;cia. <em>&ldquo;Ontem na porta da minha loja tinha 3 viaturas. A pol&iacute;cia deveria estar andando atr&aacute;s de bandido, traficante e na Feirnha (cracol&acirc;ndia araguainense)&rdquo;</em> criticou.</span><br />
<br />
<u><strong><span style="font-size: 14px;">TCO</span></strong></u><br />
<br />
<span style="font-size:14px;">Ainda segundo o comerciante, ao chegarem &agrave; Delegacia de Plant&atilde;o, foi registrado um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorr&ecirc;ncia) e que o delegado disse que poderia enquadrar os empres&aacute;rios no crime de forma&ccedil;&atilde;o de quadrilha.&nbsp; Ele afirmou &agrave; reportagem que se sentiu humilhado e tratado como um vagabundo. <em>&ldquo;Forma&ccedil;&atilde;o de quadrilha &eacute; um grupo de pessoas que se unem para cometer crime. N&oacute;s estamos &eacute; trabalhando e s&oacute; queremos trabalhar&rdquo;.</em><br />
<br />
<u><strong>Vers&atilde;o do advogado</strong></u><br />
<br />
J&aacute; o advogado dos empres&aacute;rios, Miguel Vin&iacute;cius Santos, afirmou que &ldquo;a pol&iacute;cia foi ao local de trabalho dos empres&aacute;rios e amea&ccedil;ou quebrar, prender, usou da for&ccedil;a moral coercitivamente&rdquo; criticou. E para evitar problemas, os comerciantes resolveram fechar as portas.</span><br />
<br />
<u><strong><span style="font-size: 14px;">O outro lado</span></strong></u><br />
<br />
<span style="font-size: 14px;">O prefeito Ronaldo Dimas&nbsp; afirmou que&nbsp; o Decreto &eacute; provis&oacute;rio, teve efeito positivo reconhecido pela popula&ccedil;&atilde;o e que foi uma medida necess&aacute;ria e discutida&nbsp; com a sociedade organizada. Dimas ainda ressaltou que j&aacute; foi passada&nbsp; a C&acirc;mara Municipal&nbsp; a incumb&ecirc;ncia de debater o assunto e encontrar a sa&iacute;da mais vi&aacute;vel.</span></div>

Comentários pelo Facebook: