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Após vazar nomes dos que assinaram PEC 37, Halum e Botelho declaram: “proposta é um desastre à democracia”

admin -

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<span style="font-size:14px;"><u><strong>Da Reda&ccedil;&atilde;o</strong></u><br />
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Ap&oacute;s vazar nas redes sociais uma lista com assinaturas de parlamentares que supostamente seriam favor&aacute;veis &agrave; PEC da Impunidade [que retira do Minist&eacute;rio P&uacute;blico o poder de investiga&ccedil;&atilde;o criminal], muitos deles tiveram que se explicar &agrave; sociedade.<br />
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Na rela&ccedil;&atilde;o aparece o nome dos dois deputados federais de Aragua&iacute;na, C&eacute;sar Halum (PSD) e L&aacute;zaro Botelho (PP), fato que provocou uma onda de cr&iacute;ticas nas redes sociais e compartilhamentos de mensagens que evidenciava o posicionamento dos parlamentares.<br />
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Preocupados com o desgaste da informa&ccedil;&atilde;o, bem como na for&ccedil;a que as redes sociais j&aacute; mostraram possuir na propaga&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es, os deputados encaminharam &agrave; imprensa nota declarando que s&atilde;o contr&aacute;rios &agrave; PEC 37.<br />
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Para L&aacute;zaro Botelho (PP) a lista de nomes tem sido mal interpretada por alguns usu&aacute;rios.&nbsp; &ldquo;A rela&ccedil;&atilde;o de assinaturas refere-se a uma solicita&ccedil;&atilde;o para que a mat&eacute;ria entre em discuss&atilde;o deliberativa na Casa. N&atilde;o &eacute; posicionamento. Regimentalmente, &eacute; necess&aacute;rio que 1/3 dos parlamentares assinem esse requerimento&rdquo;, explicou.<br />
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Botelho disse ainda que Congresso deve tratar de quest&otilde;es mais importantes para a sociedade, que possa benefici&aacute;-la de fato, como a destina&ccedil;&atilde;o dos royalties do petr&oacute;leo para a educa&ccedil;&atilde;o e a redu&ccedil;&atilde;o da carga tribut&aacute;ria. &quot;Eu j&aacute; me posicionei contra esta mat&eacute;ria. Acredito que al&eacute;m de representar um retrocesso para o Brasil , esta discuss&atilde;o &eacute; absolutamente inoportuna, diante de tantos outros assuntos de maior relev&acirc;ncia para o nosso Pa&iacute;s&quot;, concluiu.<br />
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O deputado C&eacute;sar Halum (PEC 37) tamb&eacute;m declarou que &eacute; totalmente contr&aacute;rio &agrave; PEC da Impunidade. Halum ainda manifestou apoio ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico e disse considerar a iniciativa desastrosa para a democracia brasileira e para a efic&aacute;cia do combate &agrave; criminalidade. &quot;A aprova&ccedil;&atilde;o da proposta representaria um desastre &agrave; democracia e impedir&aacute;, inclusive, que outras institui&ccedil;&otilde;es possam continuar investigando&quot;, disse.<br />
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Conforme o deputado h&aacute; uma diferen&ccedil;a entre investigar e apurar. &quot;Quando termina o inqu&eacute;rito, ele &eacute; encaminhado ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico, que pode determinar novas dilig&ecirc;ncias, se aquele inqu&eacute;rito n&atilde;o responder tudo aquilo que &eacute; necess&aacute;rio ao julgamento para a condena&ccedil;&atilde;o ou absolvi&ccedil;&atilde;o daqueles que est&atilde;o envolvidos em determinado crime&quot;.<br />
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De acordo com C&eacute;sar Halum, proibir o Minist&eacute;rio P&uacute;blico de promover investiga&ccedil;&otilde;es criminais &eacute; uma iniciativa que merece amplo e total rep&uacute;dio.&nbsp; &ldquo;N&oacute;s pol&iacute;ticos n&atilde;o podemos, em momento algum, nos esconder de qualquer tipo de investiga&ccedil;&atilde;o que possa ocorrer em nossas vidas p&uacute;blicas. O MP &eacute; o guardi&atilde;o das Leis e se de mim depender, continuar&aacute; sendo&rdquo;, concluiu.</span></div>

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