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Lázaro Botelho manifesta preocupação com situação econômica do Estado

admin -

<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;">Ao participar das atividades do Dia do Empres&aacute;rio da Ind&uacute;stria de Aragua&iacute;na, nesta quinta-feira, 27, o deputado federal L&aacute;zaro Botelho (PP) manifestou preocupa&ccedil;&atilde;o com os dados econ&ocirc;micos do Tocantins.<br />
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Botelho afirmou que o momento &eacute; oportuno para que a sociedade se una para formar um grande pacto pela recupera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do Estado. &quot;No parlamento, temos lutado por uma melhor distribui&ccedil;&atilde;o dos tributos que possam permitir que Estados e munic&iacute;pios possam recuperar a capacidade de investimentos. Concordo plenamente com o prefeito [Ronaldo Dimas (PR)] quando afirma que os munic&iacute;pios perderam a capacidade de dar respostas para quest&otilde;es triviais, dependendo sempre do Governo Federal. Isto tem que mudar,&rdquo; conclamou.<br />
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As declara&ccedil;&otilde;es do deputado se referiam ao trecho do discurso do prefeito de Aragua&iacute;na, Ronaldo Dimas, quando criticou a dimens&atilde;o da carga tributaria e a distribui&ccedil;&atilde;o desigual do repasse a Estados e munic&iacute;pios. A maior parte da arrecada&ccedil;&atilde;o de impostos e tributos vai para a Uni&atilde;o, e os principais mecanismos de repasse de verba, o Fundo de Participa&ccedil;&atilde;o dos Estados (FPE) e o Fundo de Participa&ccedil;&atilde;o dos Munic&iacute;pios (FPM), est&atilde;o t&atilde;o defasados, defendeu.<br />
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Na oportunidade, Dimas anunciou o in&iacute;cio das obras de infraestrutura que somam R$ 11 milh&otilde;es em investimentos; resultado da destina&ccedil;&atilde;o de emenda parlamentar do deputado L&aacute;zaro, da ordem de R$6 milh&otilde;es e do Senador Jo&atilde;o Ribeiro (PR), que equivale a R$ 5 milh&otilde;es.<br />
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<u><strong>Dados</strong></u><br />
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No Estado, os investimentos em Infraestrutura ca&iacute;ram de 43% para 9%, de 1998 a 2012. Neste ano, apenas 5% ser&atilde;o investidos no setor. &ldquo;&Eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o alarmante&rdquo; defendeu o deputado, ao afirmar que os n&uacute;meros, na ocasi&atilde;o, apresentados pelo presidente da FIETO, Roberto Pires, exigem solu&ccedil;&otilde;es emergenciais para reverter a atual conjuntura econ&ocirc;mica.<br />
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O balan&ccedil;o apresentado por Pires mostra que o Tocantins tem o 4&ordm; menor PIB (Produto Interno Bruto) do pa&iacute;s. &ldquo;O resultado s&oacute; n&atilde;o &eacute; pior, gra&ccedil;as aos investimentos feitos pelo Governo Federal, atrav&eacute;s do PAC [Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento], pois 60% do nosso PIB foram gerados pelo setor da constru&ccedil;&atilde;o civil. Al&eacute;m disso, o Tocantins figura entre os dez Estados com a maior carga tributaria do pa&iacute;s, e isso, sem d&uacute;vida, dificulta a atra&ccedil;&atilde;o de novas empresas&rdquo;, elencou.<br />
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O deputado alertou sobre a urg&ecirc;ncia que se reveste uma reforma no Estado, diminuindo custos da gest&atilde;o e aumentando a efici&ecirc;ncia da maquina publica. &quot;No Tocantins s&atilde;o gerados apenas 9 postos de trabalho por empresa, enquanto a m&eacute;dia nacional e de 24&rdquo; comparou. &ldquo;Temos que ficar atentos para que o Tocantins n&atilde;o se transforme apenas em um eixo vi&aacute;rio. Temos que aproveitar a nossa voca&ccedil;&atilde;o para o agroneg&oacute;cio para impulsionar as agroind&uacute;strias, pois este &eacute; o caminho mais r&aacute;pido de industrializar o nosso Estado. N&atilde;o deixando o trem, o barco e o caminh&atilde;o passarem sem que haja a transforma&ccedil;&atilde;o dos produtos aqui no Tocantins, gerando empregos e aquecendo o setor de com&eacute;rcio e de servi&ccedil;os&rdquo;.<br />
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L&aacute;zaro Botelho p&ocirc;s-se &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do setor produtivo tocantinense, em especial &agrave;s pol&iacute;ticas que possam impulsionar o desenvolvimento econ&ocirc;mico das regi&otilde;es que padecem de infraestrutura. &ldquo;Temos que fazer de tudo para atrair empresas e ajudar as que aqui est&atilde;o a se desenvolverem. S&oacute; assim teremos os empregos que os nossos jovens tanto precisam. N&atilde;o podemos mais ver o nosso povo pedindo favores e dependendo apenas do poder p&uacute;blico. Temos que investir na profissionaliza&ccedil;&atilde;o e fazer do nosso Estado um grande centro de neg&oacute;cios e desenvolvimento empresarial&rdquo; concluiu.</span></div>

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