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Banhistas dizem ter sofrido ataque de piranhas na praia de Babaçulândia

admin -

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<span style="font-size:14px;">Banhistas da praia artificial da cidade de Baba&ccedil;ul&acirc;ndia, regi&atilde;o Norte do Tocantins, foram surpreendidos com o ataque de um cardume de piranhas. Segundo relatos, o epis&oacute;dio ocorreu no final da manh&atilde; deste domingo, 14,&nbsp; e as autoridades ainda n&atilde;o tomaram nenhuma provid&ecirc;ncia.</span><br />
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<span style="font-size: 14px;">O estudante Guilherme Aires Machado, relatou &agrave; reportagem o que viu. &ldquo;Meu primo estava tomando banho, quando de repente ele foi atacado por piranhas.&nbsp; Nesse momento&nbsp; outras pessoas que estavam na &aacute;gua tamb&eacute;m foram atacadas. Foi muito r&aacute;pido. Parece que foi um cardume de piranhas que saiu mordendo os banhistas.&rdquo;</span><br />
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<span style="font-size: 14px;">Ao menos 7 pessoas ficaram feridas no ataque. Tr&ecirc;s v&iacute;timas tiverem peda&ccedil;os dos dedos ou dos p&eacute;s arrancados pelas mordidas das piranhas. Em frente ao local da ocorr&ecirc;ncia, havia v&aacute;rios restaurantes que serviam alimenta&ccedil;&atilde;o e banhistas que jogavam alimentos na &aacute;gua, segundo Guilherme. Nenhuma provid&ecirc;ncia foi tomada pelas autoridades.</span><br />
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<u><strong><span style="font-size: 14px;">A praia</span></strong></u><br />
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<span style="font-size: 14px;">O fato ocorreu na praia artificial de Baba&ccedil;ul&acirc;ndia,&nbsp; localizada na orla da cidade. A mesma foi constru&iacute;da ap&oacute;s o enchimento do reservat&oacute;rio da Usina Hidroel&eacute;trica de Estreito, que submergiu a praia natural&nbsp; no Rio Tocantins, que ficava no estado do Maranh&atilde;o.&nbsp;</span><br />
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<span style="font-size:14px;"><strong><u>Impactos ambientais</u></strong></span><br />
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<span style="font-size: 14px;">O enchimento do Lago da UHE, ocorrido em 2011, causou grandes impactos ambientais na vida de comunidades de 13 cidades &agrave;s margens do Rio Tocantins.&nbsp; Baba&ccedil;ul&acirc;ndia tamb&eacute;m sofreu muito com este castigo.&nbsp; A popula&ccedil;&atilde;o ribeirinha foi retirada e colocada nos setores Mil&ecirc;nio I e II, onde o len&ccedil;ol fre&aacute;tico fica a menos de 0,40 cm, as fossas ficam cheias de &aacute;gua, o esgoto &eacute; jogado sem tratamento no Rio Tocantins e 347 resid&ecirc;ncias apresentam problemas de rachaduras e alagamento.</span></div>

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