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Amigos e familiares vão às ruas em Ananás cobrar agilidade nas investigações e justiça pela morte da jovem Lucielly

admin -

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<span style="font-size:14px;"><u><strong>Da Reda&ccedil;&atilde;o</strong></u><br />
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Centenas de pessoas protestaram no final da tarde de ontem (15) em Anan&aacute;s pedindo rigor e agilidade na apura&ccedil;&atilde;o da morte da jovem de 16 anos Lucielly da Silva Campos.<br />
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O corpo de Lucielly foi encontrado no in&iacute;cio da noite de domingo (14) na Praia do Porto, munic&iacute;pio de Anan&aacute;s, com sinais de afogamento e estrangulamento. Ela havia sa&iacute;do de casa no s&aacute;bado para ir &agrave; praia.<br />
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<u><strong>Protesto</strong></u><br />
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Familiares, amigos e popula&ccedil;&atilde;o em geral expuseram cartazes, faixas e fotos da v&iacute;tima percorrendo as principais ruas da cidade. O protesto iniciou no cemit&eacute;rio onde a jovem foi sepultada.<br />
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Segundo informa&ccedil;&otilde;es de familiares, n&atilde;o houve vel&oacute;rio por causa do est&aacute;gio avan&ccedil;ado de decomposi&ccedil;&atilde;o do corpo e ainda porque n&atilde;o havia formol no IML de Tocantin&oacute;polis.<br />
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Os manifestantes fizeram parada em frente ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual e ao F&oacute;rum da cidade. Uma comiss&atilde;o foi recebida pelo juiz Ricardo Gagliardi que se comprometeu a analisar os relat&oacute;rios das investiga&ccedil;&otilde;es e se pronunciar sobre o mandado de pris&atilde;o dos acusados.<br />
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Em frente &agrave; delegacia, os manifestantes criticaram a atua&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;cia Militar nas buscas pela jovem. Segundo eles, as autoridades foram omissas j&aacute; que o desaparecimento foi comunicado ainda no s&aacute;bado e o corpo s&oacute; foi encontrado no in&iacute;cio da noite de domingo.<br />
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<u><strong>Suspeito</strong></u><br />
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A Pol&iacute;cia Civil de Anan&aacute;s j&aacute; ouviu os depoimentos de cinco testemunhas nesta segunda-feira. Elas afirmaram que Lucielly teria sido vista pela &uacute;ltima vez na companhia de Janiel Ferreira, 31 anos. O suspeito prestou depoimento em Tocantin&oacute;polis, mas foi liberado.<br />
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Os manifestantes suspeitam que o acusado tenha sido beneficiado por ter parentesco com o promotor de Justi&ccedil;a Paulo S&eacute;rgio de Almeida, no entanto, ele negou que tenha feito qualquer interfer&ecirc;ncia no caso.</span></div>

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