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Governo está focado na redução de custos e contratos não serão renovados, diz Eduardo Siqueira

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<span style="font-size:14px;">O secret&aacute;rio de Estado de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais, Eduardo Siqueira Campos, afirmou nesta quinta-feira, 25, que o governo do Tocantins est&aacute; focado na redu&ccedil;&atilde;o de custos da administra&ccedil;&atilde;o estadual para, sem prejudicar os servidores efetivos, ter mais recursos financeiros para as atividades fim. A declara&ccedil;&atilde;o foi concedida em entrevista durante encontro com prefeitos tocantinenses sobre as a&ccedil;&otilde;es do Programa de Desenvolvimento Regional Integrado Sustent&aacute;vel (PDRIS).<br />
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Para Eduardo Siqueira, a decis&atilde;o do governo em reduzir 15% em despesas com pessoal nos cargos comissionados, al&eacute;m da n&atilde;o renova&ccedil;&atilde;o de contratos tempor&aacute;rios s&atilde;o a&ccedil;&otilde;es imediatas para adequar as contas do Governo j&aacute; em 2013. &ldquo;O Governo, em um primeiro momento, tomou a decis&atilde;o de colocar a cargo de cada secret&aacute;rio apontar e encontrar, dentro de suas estruturas administrativas, o desligamento, o fim dos contratos tempor&aacute;rios que n&atilde;o ser&atilde;o renovados e a diminui&ccedil;&atilde;o dos cargos de diretoria e assessoramento que s&atilde;o os DAS. O Comit&ecirc; Gestor ir&aacute;, agora, aplicar&rdquo;, afirmou.<br />
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O secret&aacute;rio destacou tamb&eacute;m que a medida que visa reduzir os custos da m&aacute;quina administrativa &eacute; positiva. &ldquo;Isso valoriza o funcionalismo p&uacute;blico efetivo e nos permite o chamamento de concursados&rdquo;, disse. Para ele, a economia permitir&aacute; novas a&ccedil;&otilde;es: &ldquo;Vamos perseverar ainda mais em baixar o custo da administra&ccedil;&atilde;o para que haja mais dinheiro para as atividades fim&rdquo;, declarou.<br />
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Eduardo Siqueira explicou ainda que, para avaliar as finan&ccedil;as dos estados, a Secretaria do Tesouro Nacional trabalha com quadrimestres e, a partir disso, esclareceu a medida do governo estadual: &ldquo;Tivemos um impacto forte a partir do dia primeiro de maio por conta da data-base. Ent&atilde;o os meses de maio, junho, julho e agosto s&atilde;o meses que n&oacute;s temos que fazer um ajuste, porque eles refletir&atilde;o no &uacute;ltimo quadrimestre. E &eacute; onde n&oacute;s seremos avaliados pela Secretaria do Tesouro Nacional&rdquo;, informou.</span></div>

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