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Policiais civis dão "voto de confiança” a Siqueira Campos e aguardam contraproposta

admin -

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<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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Os policiais civis do Tocantins, reunidos em assembleia geral extraordin&aacute;ria, neste domingo, 1&ordm;, resolveram dar &ldquo;um voto de confian&ccedil;a&rdquo; ao governo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s reivindica&ccedil;&otilde;es apresentadas pela categoria. Na pr&aacute;tica, eles v&atilde;o continuar em estado de greve, e n&atilde;o mais promover a&ccedil;&otilde;es do movimento grevista, inicialmente previstas para esta segunda-feira, 2.<br />
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Neste domingo, a categoria chegou ao consenso de que &eacute; preciso avan&ccedil;ar nas negocia&ccedil;&otilde;es com o governo, e para isso &eacute; necess&aacute;rio um prazo maior. Na ocasi&atilde;o tamb&eacute;m foi escolhida uma comiss&atilde;o &ndash; formada por representantes de todas as&nbsp; categorias que v&atilde;o auxiliar o SINPOL (Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Tocantins) nas discuss&otilde;es com o governo.<br />
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Segundo o Sinpol, uma das propostas aprovadas pela plen&aacute;ria &eacute; o retorno de agentes penitenci&aacute;rios (Agepens) &agrave; Secretaria da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica. Atualmente eles est&atilde;o cedidos &agrave; Secretaria de Estado da Defesa Social. Ficou decidido tamb&eacute;m,&nbsp; que esses servidores precisam ter suas atribui&ccedil;&otilde;es ampliadas, e n&atilde;o a extin&ccedil;&atilde;o do cargo e o aproveitamento nas fun&ccedil;&otilde;es t&iacute;picas de Pol&iacute;cia Judici&aacute;ria, proposta pelo governo.<br />
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De acordo com o projeto de lei do Executivo estadual, a carreira dos Agepens seria extinta; eles seriam colocados em disponibilidade (com sal&aacute;rios proporcionais ao tempo de servi&ccedil;o) e depois seriam reaproveitados. Para a categoria tal proposta geraria inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica, uma vez que a constitucionalidade da lei poderia ser questionada.<br />
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Os policiais tamb&eacute;m v&atilde;o apresentar uma contraproposta ao governo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; progress&otilde;es da carreira &ndash; atrasadas desde o in&iacute;cio do ano passado. Eles aceitaram parcelar,&nbsp; a verba retroativa a que t&ecirc;m direito, mas n&atilde;o abrem m&atilde;o de recebe-la. Na &uacute;ltima quinta-feira, 28, o governo garantiu que pagaria as progress&otilde;es, desde que a categoria abrisse m&atilde;o do retroativo, o que foi rejeitado em assembleia geral, realizada naquela data.</span><br />
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<u><strong><span style="font-size: 14px;">Positiva</span></strong></u><br />
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<span style="font-size:14px;">Para a presidente do SINPOL, Nadir Nunes, o encontro deste domingo foi positivo, j&aacute; que se chegou a um consenso sobre o que negociar. &ldquo;at&eacute; ent&atilde;o,&nbsp; havia muita diverg&ecirc;ncia nas a&ccedil;&otilde;es para um &uacute;nico objetivo, agora podemos discutir com o governo a&nbsp; efetiva&ccedil;&atilde;o&nbsp; de direitos e buscar melhorias na presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o &agrave; sociedade&rdquo;.</span><br />
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<strong><u><span style="font-size: 14px;">Greve</span></u></strong><br />
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<span style="font-size:14px;">Conforme o Sinpol, a tr&eacute;gua ao governo, por&eacute;m, &eacute; somente uma demonstra&ccedil;&atilde;o de que os policiais civis est&atilde;o abertos ao di&aacute;logo. Isso significa que, caso as reivindica&ccedil;&otilde;es n&atilde;o sejam atendidas, a categoria vai paralisar suas atividades por tempo indeterminado, como estava previsto anteriormente.<br />
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Ainda conforme o Sinpol, para lembrar isso &agrave; administra&ccedil;&atilde;o estadual, policiais civis de todo o Estado v&atilde;o trabalhar com um colete com os dizeres &ldquo;estamos em greve&rdquo;, atitude que ser&aacute; adotada&nbsp; nos pr&oacute;ximos dias, a contar desta segunda-feira.</span></div>

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