Kátia Abreu se manifesta contra PEC do voto aberto; João Ribeiro e Vicentinho são favoráveis

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<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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Os senadores do Tocantins Jo&atilde;o Ribeiro e Vicentinho Alves j&aacute; anteciparam que votar&atilde;o favor&aacute;veis &agrave; Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) que acaba com o voto secreto no Poder Legislativo Federal, Estadual e Municipal.&nbsp;<br />
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A proposta j&aacute; foi aprovada por unanimidade na C&acirc;mara dos Deputados na ter&ccedil;a-feira (3) e seguiu para o Senado, s&atilde;o necess&aacute;rios os votos de pelo menos 49 senadores para a aprova&ccedil;&atilde;o.<br />
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J&aacute; a senadora K&aacute;tia Abreu se manifestou contra a PEC enviada pela C&acirc;mara, mas favor&aacute;vel ao voto aberto em processos de cassa&ccedil;&atilde;o de mandatos. A senadora ainda defende voto secreto para aprova&ccedil;&atilde;o de autoridades e vetos presidenciais.<br />
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O senador Vicentinho Alves (PR) defendeu a proposta afirmando que &ldquo;em minha vida p&uacute;blica, como prefeito, deputado estadual, deputado federal e senador, sempre votei com clareza. Ou &eacute; sim ou &eacute; n&atilde;o&rdquo;. <em>&ldquo;Nunca me abstenho. Por isso, sou favor&aacute;vel ao fim do voto secreto&rdquo;</em>, acrescentou.<br />
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<u><strong>PEC</strong></u><br />
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A proposta de emenda constitucional aprovada em segundo turno pela C&acirc;mara &eacute; de autoria do ex-deputado Luiz Antonio Fleury (PMDB-SP). O texto p&otilde;e fim ao voto secreto em todas as delibera&ccedil;&otilde;es da C&acirc;mara, do Senado e do Congresso Nacional e tamb&eacute;m estende seus efeitos &agrave;s assembleias legislativas dos estados, &agrave; C&acirc;mara Legislativa do Distrito Federal e &agrave;s c&acirc;maras municipais.<br />
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O presidente da C&acirc;mara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), disse que a aprova&ccedil;&atilde;o da PEC por unanimidade dos 452 deputados votantes foi uma resposta &agrave; sess&atilde;o que livrou da cassa&ccedil;&atilde;o o deputado-presidi&aacute;rio Natan Donadon (sem partido-RO), condenado a 13 anos de pris&atilde;o em 2010 pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e que atualmente cumpre pena em um pres&iacute;dio de Bras&iacute;lia.</span></div>

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