Ronaldo Dimas descarta qualquer tratamento desigual na fiscalização de ricos e pobres

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<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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A demoli&ccedil;&atilde;o da constru&ccedil;&atilde;o do taxista S&eacute;rgio Barros Fernandes, na &uacute;ltima segunda (16), provocou muitos debates, principalmente nas redes sociais.<br />
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A ordem para demolir o im&oacute;vel partiu da Prefeitura sob o argumento que a constru&ccedil;&atilde;o estaria de forma irregular em uma &aacute;rea p&uacute;blica, na Rua 22 do Setor Nova Aragua&iacute;na.<br />
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A a&ccedil;&atilde;o do Departamento de Posturas do Munic&iacute;pio, com o apoio da Pol&iacute;cia Militar, dividiu opini&otilde;es. Para uns, a prefeitura agiu corretamente ao coibir as invas&otilde;es de &aacute;reas p&uacute;blicas, fato que tem sido uma pr&aacute;tica constante nas gest&otilde;es anteriores; para outros, o rigor da lei tem sido direcionado apenas para a classe menos favorecida financeiramente.<br />
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<strong><u>Debates</u></strong><br />
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Em um desses debates no Facebook, o prefeito Ronaldo Dimas descartou qualquer tratamento desigual na fiscaliza&ccedil;&atilde;o de ricos e pobres e pediu que, se porventura estiver acontecendo, que seja dado &ldquo;nome aos bois&rdquo;.&nbsp; <em>&ldquo;Falar que pobres e ricos tem tratamento desiguais em rela&ccedil;&atilde;o ao cumprimento da legisla&ccedil;&atilde;o municipal &eacute; f&aacute;cil. Vamos dar nomes aos bois. S&oacute; para lembrar, j&aacute; que temos mem&oacute;ria curta, quantos &quot;pobres&quot; tiveram as placas irregulares retiradas de suas empresas?&rdquo;</em>, questionou o prefeito.<br />
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Sobre a demoli&ccedil;&atilde;o da casa, o gestor reconheceu que &eacute; dif&iacute;cil, e &agrave;s vezes doloroso, fazer valer a legisla&ccedil;&atilde;o, e acrescentou: <em>&ldquo;Cuidar do patrim&ocirc;nio publico &eacute; obriga&ccedil;&atilde;o do gestor. Inclusive sob pena de responder a a&ccedil;&otilde;es de improbidade ou civil publica, como alguns ex-prefeitos&rdquo;.</em><br />
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Ao ser questionado sobre a fiscaliza&ccedil;&atilde;o, o prefeito pediu a colabora&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o sugerindo tamb&eacute;m que separem o passado do presente, mas fez quest&atilde;o de lembrar que n&atilde;o foi eleito para ser procurador ou delegado. <em>&ldquo;Minha responsabilidade iniciou em 2013. E podem ter certeza: n&atilde;o admito, em nenhuma hip&oacute;tese, invas&atilde;o ou ocupa&ccedil;&atilde;o ou qualquer nome que d&ecirc;em em &aacute;rea publica municipal&rdquo;</em>, finalizou Ronaldo Dimas.</span></div>

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