Polícia prende mulher suspeita de integrar quadrilha que desviava recursos da educação

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<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;">A Pol&iacute;cia Civil do Estado do Tocantins cumpriu nesta quarta-feira, 18, mandado de pris&atilde;o expedido pela Comarca de Novo Acordo, contra Ana Kariny Neves Marques, denunciada pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Tocantins nos anos de 2000 e 2001 por crimes contra administra&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas municipais.<br />
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De acordo com o Promotor de Justi&ccedil;a Francisco Brandes, Kariny integra uma quadrilha flagrada pela PF com documentos falsificados de institui&ccedil;&otilde;es de ensino, cheques, carimbos e documentos que faziam presumir divis&atilde;o de verbas do Fundo de Desenvolvimento da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (FUNDEB) com Prefeitos de diversos munic&iacute;pios do Estado.<br />
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Segundo a investiga&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;cia Federal, a suposta fraude consistia no oferecimento, pela empresa da denunciada, de servi&ccedil;os de capacita&ccedil;&atilde;o para professores da rede municipal. Por&eacute;m, as licita&ccedil;&otilde;es eram falsas e montadas pela quadrilha, que tinham sempre uma &uacute;nica empresa vencedora. Segundo o relat&oacute;rio da PF, a quadrilha atuou, al&eacute;m do Tocantins, nos Estados do Par&aacute;, Maranh&atilde;o, Mato Grosso e Bahia.<br />
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<em>&ldquo;Ap&oacute;s a descoberta dos crimes, Anna Kariny foi para Europa, mais especificamente para a Holanda, onde permaneceu por quase uma d&eacute;cada, o que contribuiu para impunidade dos seus atos. Contudo, ap&oacute;s investiga&ccedil;&atilde;o do MPE, foi constatado que a r&eacute;, tinha retornado ao Tocantins e tinha endere&ccedil;o certo. Assim, a Promotoria de Justi&ccedil;a de Novo Acordo requereu o cumprimento do mandado de pris&atilde;o naquele endere&ccedil;o, devidamente cumprido pela Pol&iacute;cia Civil de forma eficaz&rdquo;</em>, relata o promotor Francisco Brandes. Anna Kariny deve aguardar o julgamento na pris&atilde;o.<br />
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Ainda de acordo com o promotor, o MPE entrou em contato com as Promotorias nas quais a quadrilha &eacute; investigada ou foi denunciada para que haja o julgamento de todos os r&eacute;us pelos crimes que cometeram em desfavor da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica.<br />
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Foi verificada a exist&ecirc;ncia de inqu&eacute;ritos ou den&uacute;ncias em desfavor da quadrilha nas seguintes Comarcas: Aragua&iacute;na, Novo Acordo, Natividade, Alvorada, Taguatinga e Peixe.</span></div>

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