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Deputado do PT insinua que mensalão é ‘mentira repetida mil vezes’

admin -

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<span style="font-size:14px;">O deputado petista do Tocantins, Z&eacute; Roberto, subiu &agrave; tribuna da Assembleia Legislativa na sess&atilde;o desta quinta-feira, dia 19, para elogiar a decis&atilde;o do Supremo Tribunal Federal (STF) que validou os embargos infringentes, ap&oacute;s voto do ministro Celso de Mello na tarde dessa quarta-feira, dia 18. Desta forma, 12 dos 25 r&eacute;us do Mensal&atilde;o condenados por lavagem de dinheiro e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilha ter&atilde;o direito a novo julgamento, nos casos em que foram obtidos at&eacute; quatro votos pela absolvi&ccedil;&atilde;o.<br />
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<u><strong>Press&atilde;o da imprensa</strong></u><br />
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Z&eacute; Roberto contestou os votos dos ministros contr&aacute;rios ao uso dos embargos infringentes. Segundo ele, os ju&iacute;zes preferiram seguir a &ldquo;press&atilde;o da imprensa e dos poderosos&rdquo;, em detrimento dos princ&iacute;pios jur&iacute;dicos vigentes. Contudo, de acordo com o parlamentar, as teses contr&aacute;rias foram derrubadas pelas fundamenta&ccedil;&otilde;es do ministro Celso de Mello ao proferir seu voto.<br />
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<u><strong>Sem provas</strong></u><br />
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Para o petista Z&eacute; Roberto, nada consta nos autos do Mensal&atilde;o que prove o uso de dinheiro p&uacute;blico e a compra de votos para aprova&ccedil;&atilde;o de projetos no Congresso Nacional, motivo pelo qual v&aacute;rios ministros condenaram os r&eacute;us. &ldquo;O Mensal&atilde;o tem a ver somente com a elei&ccedil;&atilde;o de 2004, n&atilde;o com compra de votos, tampouco envolveu recursos p&uacute;blicos, justificativa indevidamente utilizada para penalizar os denunciados&rdquo;, disse.<br />
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<strong><u>Mensal&atilde;o: Mentira mil vezes repetidas</u></strong><br />
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Na vers&atilde;o do parlamentar, foi adotada a conhecida m&aacute;xima &ldquo;uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade&rdquo;, atribu&iacute;da ao ministro da propaganda nazista Joseph Goebbels. Apesar de concordar com o resultado no STF, o deputado Jos&eacute; Bonif&aacute;cio (PR) chegou a contestar a afirma&ccedil;&atilde;o do colega de que n&atilde;o existiu uso de dinheiro p&uacute;blico no esquema de compra de votos para aprovar projetos do governo Lula.</span></div>

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