Sobral – 300×100
Seet

Governo do Estado “assinará atestado de culpa” se não comparecer na audiência sobre o Igeprev

admin -

<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;">O deputado estadual Sargento Arag&atilde;o (PROS) foi enf&aacute;tico ao cobrar a presen&ccedil;a do governo do Estado, na audi&ecirc;ncia p&uacute;blica, que acontece logo mais &agrave;s 14 horas, desta ter&ccedil;a-feira, 5, no plen&aacute;rio da Assembleia Legislativa, e discute as aplica&ccedil;&otilde;es financeiras do Instituto de Gest&atilde;o Previdenci&aacute;ria do Tocantins (Igeprev) e futuro das aposentadorias dos seus segurados.<br />
<br />
Para o deputado, o governo do Estado assinar&aacute; atestado de culpa, se n&atilde;o comparecer na audi&ecirc;ncia: <em>&ldquo;O Eduardo Siqueira [secret&aacute;rio de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais], que foi presidente do conselho do Igeprev, j&aacute; disse que n&atilde;o vem. L&uacute;cio Mascarenhas [secret&aacute;rio de Administra&ccedil;&atilde;o] e o presidente do Igeprev [Rodrigo Alexandre Gomes] tamb&eacute;m n&atilde;o confirmaram presen&ccedil;a&rdquo;</em>, afirmou.<br />
<br />
A audi&ecirc;ncia &eacute; fruto de requerimentos apresentados por Sargento Arag&atilde;o, desde mar&ccedil;o deste ano. Na pauta, est&aacute; a liquida&ccedil;&atilde;o extrajudicial da empresa Diferencial Corretora de T&iacute;tulos e Valores, por parte do Banco Central. A empresa administrava cerca de R$ 150 milh&otilde;es do Fundo Previdenci&aacute;rio, o que corresponde a 5% do saldo estimado dos R$ 2,5 bilh&otilde;es do fundo.<br />
<br />
Na decis&atilde;o do banco, avalia-se que s&oacute; &eacute; decretada a liquida&ccedil;&atilde;o extrajudicial, depois que a fiscaliza&ccedil;&atilde;o percebe irregularidades, tais como: aus&ecirc;ncia de recursos dispon&iacute;veis, desvio de dinheiro, descumprimento de normas ou n&atilde;o pagamento de obriga&ccedil;&otilde;es.<br />
<br />
De acordo com relat&oacute;rios do Minist&eacute;rio da Previd&ecirc;ncia, foi constatado mais de R$ 500 milh&otilde;es de investimentos temer&aacute;rios em apenas dois anos: 2011 e 2012, contrariando a resolu&ccedil;&atilde;o 3922, do Banco Central.</span></div>

Comentários pelo Facebook: