A Importância do Controle Interno nas Empresas

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<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;"><u><strong>Rog&eacute;rio Cogo*</strong></u><br />
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Com o foco nas dificuldades encontradas no cotidiano empresarial resolvi nesta segunda abordagem no <em>Portal AF Not&iacute;cias</em>, descrever aspectos relevantes ao tema &lsquo;Controle Interno&rsquo;, bastante propagado na m&iacute;dia espec&iacute;fica, contudo em muitos momentos utilizados de modo equivocado na pr&aacute;tica empresarial.<br />
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Muito se comenta do sistema de controles internos nas institui&ccedil;&otilde;es e sua relev&acirc;ncia para a administra&ccedil;&atilde;o. Mas na verdade, qual ser&aacute; a real import&acirc;ncia desse Sistema? No que consiste o Controle Interno? E suas atribui&ccedil;&otilde;es?<br />
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Diante deste cen&aacute;rio, pode-se afirmar que suas diversas atribui&ccedil;&otilde;es demonstram n&atilde;o apenas sua relev&acirc;ncia de responsabilidades globais como tamb&eacute;m a preocupa&ccedil;&atilde;o em zelar, avaliar, comprovar e exercer um controle interno adequado sobre os atos praticados pela administra&ccedil;&atilde;o.<br />
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O controle interno &eacute; uma fun&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o administrativa, e consiste em verificar o desempenho de pessoas, dos departamentos, das oportunidades e execu&ccedil;&otilde;es, auxiliando as institui&ccedil;&otilde;es nos planos elaborados para atingir as metas e os objetivos.<br />
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Portanto, para exercer corretamente esta a&ccedil;&atilde;o &eacute; preciso, antes de tudo, saber qual &eacute; o objetivo a conquistar, comparando os resultados e padr&otilde;es definidos. Tamb&eacute;m ser&aacute; necess&aacute;rio ter conhecimentos r&aacute;pidos das diverg&ecirc;ncias quando existirem, descobrir suas origens, e principalmente, tomar as devidas atitudes para sua corre&ccedil;&atilde;o.<br />
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Como uma fun&ccedil;&atilde;o administrativa, os controles internos, pela sua pr&oacute;pria forma de atuar, &eacute; sempre visto como &ldquo;o entrave &rdquo; das a&ccedil;&otilde;es administrativas, pois visa sempre avaliar as a&ccedil;&otilde;es administrativas quanto &agrave; sua legalidade e legitimidade. Aqui, entendido como sin&ocirc;nimo de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, o termo &ldquo;controle&rdquo; adquire uma conota&ccedil;&atilde;o negativa de a&ccedil;&atilde;o sobre pessoas, isto &eacute;, press&atilde;o. Visto de outra maneira, os controles n&atilde;o perturbam os andamentos dos processos administrativos, mas auxilia a quem tenta controlar o que pode estar sendo executado indevidamente ou erroneamente.<br />
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Os controles apontam tamb&eacute;m as falhas que podem ocorrer ou que j&aacute; ocorreram na execu&ccedil;&atilde;o de um projeto administrativo e esta, &eacute; a interpreta&ccedil;&atilde;o positiva de controle, voltada para a corre&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o.<br />
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Assim as fun&ccedil;&otilde;es da Administra&ccedil;&atilde;o e da Controladoria definem-se, no m&iacute;nimo em planejamento, controle, e execu&ccedil;&atilde;o, a fim de atingir os objetivos da institui&ccedil;&atilde;o. Logo, controle &eacute; uma das fun&ccedil;&otilde;es inerentes aos gerentes administrativos respons&aacute;veis pela institui&ccedil;&atilde;o.<br />
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Para o exerc&iacute;cio do controle interno dentro das empresas funcionar, seus respons&aacute;veis devem se utilizar de um conjunto de instrumentos que viabilizem a efetiva&ccedil;&atilde;o de seus objetivos, destacando-se a miss&atilde;o, vis&atilde;o, pol&iacute;tica, e supervis&atilde;o dos colaboradores a que est&atilde;o subordinados os controles, com a vantagem de possibilitar a&ccedil;&otilde;es que visem corrigir eventuais pr&aacute;ticas, dando novos rumos aos controles, evitando assim as repeti&ccedil;&otilde;es ou a continuidade de falhas indesej&aacute;veis.<br />
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Eles podem auxiliar eventuais corre&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias das a&ccedil;&otilde;es planejadas, a fim de serem realizadas com sucesso em fun&ccedil;&atilde;o dos planejamentos e controles adequados.<br />
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A efic&aacute;cia surge da compara&ccedil;&atilde;o entre os resultados desejados (planejados) e os resultados realmente obtidos e, por conseguinte &eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&oacute; com a &aacute;rea de elabora&ccedil;&atilde;o, como tamb&eacute;m a de execu&ccedil;&atilde;o dos planos e controles operacionais a fim de evitar os erros que, por falta de controles, acontecem diariamente.<br />
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Pense nisso, busque colocar em pr&aacute;tica e at&eacute; a pr&oacute;xima!<br />
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<u><strong>* Rog&eacute;rio Cogo</strong></u> <em>&eacute; Coordenador e Professor do Curso de Administra&ccedil;&atilde;o da Faculdade Cat&oacute;lica Dom Orione de Aragua&iacute;na/TO. Mestre em Engenharia de Produ&ccedil;&atilde;o. P&oacute;s Graduado em Gest&atilde;o Empresarial e Did&aacute;tica e Metodologia do Ensino Superior. MBA em Controladoria, Auditoria e Per&iacute;cia Cont&aacute;bil. Graduado em Administra&ccedil;&atilde;o.<br />
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