Josi Nunes diz que houve "má-gestão" do presidente do Diretório do PMDB, deputado federal Júnior Coimbra

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<span style="font-size:14px;">A deputada Josi Nunes (PMDB) usou a tribuna, na sess&atilde;o desta ter&ccedil;a-feira, dia 20, para se pronunciar sobre a dissolu&ccedil;&atilde;o do Diret&oacute;rio do PMDB no Tocantins. Segunda Josi, a medida n&atilde;o foi proposta em virtude das alian&ccedil;as firmadas para as elei&ccedil;&otilde;es municipais, mas sim pela falta de discuss&atilde;o interna, &ldquo;m&aacute;-gest&atilde;o&rdquo; do ent&atilde;o presidente do Diret&oacute;rio do PMDB, deputado federal J&uacute;nior Coimbra, e pela &ldquo;vis&iacute;vel coopta&ccedil;&atilde;o&rdquo; do partido pela m&aacute;quina governamental.<br />
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&ldquo;&Eacute; vis&iacute;vel que o partido precisa se refazer, renovar, rejuvenescer, encontrar o prumo, sob o risco de se desfazer ou simplesmente ser mais um entre tantos sem cheiro, sem cor e sem gosto. &Eacute; isso que queremos evitar no Tocantins. Desejamos resgatar a nossa identidade, corrigir o prumo e continuar nossa caminhada&rdquo;, salientou a parlamentar. &ldquo;A ren&uacute;ncia coletiva foi um clamor do PMDB&rdquo;, disse.<br />
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Sobre a sua postura na oposi&ccedil;&atilde;o, Josi enfatizou que fazer &ldquo;oposi&ccedil;&atilde;o com responsabilidade n&atilde;o &eacute; a oposi&ccedil;&atilde;o &lsquo;do quanto pior melhor&rsquo;, mas sim uma oposi&ccedil;&atilde;o propositiva que fiscaliza a atual gest&atilde;o, discute as propostas e vota de acordo com aquilo que o povo lhe confiou&rdquo;. (Maisa Medeiros)</span></div>

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