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'Ideal é que jornada de seis horas seja definitivamente instituída', defende Sindicato

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<span style="font-size:14px;">Sindicatos e servidores p&uacute;blicos estaduais aprovaram a decis&atilde;o do governo do Estado em manter a jornada de trabalho de seis horas di&aacute;rias nos &oacute;rg&atilde;os da administra&ccedil;&atilde;o estadual. Entre os argumentos est&atilde;o a maior produtividade no ambiente de trabalho, satisfa&ccedil;&atilde;o do funcion&aacute;rio p&uacute;blico por ter mais tempo para se dedicar &agrave; fam&iacute;lia e a atividades pessoais e melhoria na qualidade de vida.<br />
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O expediente de seis horas foi institu&iacute;do temporariamente em outubro de 2012 e terminaria em 31 de dezembro de 2013, mas foi prorrogado at&eacute; 16 de fevereiro deste ano. Para o Sindicato dos Servidores P&uacute;blicos do Estado do Tocantins (Sisepe) a medida adotada pelo Governador &ldquo;atende o estatuto do servidor, considerando que a carga hor&aacute;ria m&aacute;xima &eacute; 8 horas e a m&iacute;nima de seis horas di&aacute;rias. Essa jornada de trabalho traz uma s&eacute;rie de vantagens para o servidor, para o governo e tamb&eacute;m para a popula&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br />
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Para o representante dos servidores, Cleiton Pinheiro, o ideal &eacute; que a jornada de seis horas seja definitivamente institu&iacute;da. Conforme o secret&aacute;rio de Estado de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais, Eduardo Siqueira Campos, a ideia do governo em estender at&eacute; o dia 16 de fevereiro de 2014 o prazo para continuar a jornada de trabalho de seis horas teve a finalidade de dar tempo para chamar a sociedade civil organizada para discutir o assunto. <em>&ldquo;A proposta do governo de levar at&eacute; o final de fevereiro &eacute; para termos tempo de ouvir a associa&ccedil;&atilde;o comercial, clube dos diretores logistas, federa&ccedil;&atilde;o das ind&uacute;strias e os sindicatos representativos dos servidores p&uacute;blicos, ou seja, ouvir o conjunto da sociedade para saber se vamos manter esse expediente&rdquo;</em>, explica.<br />
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<u><strong>Servidores satisfeitos</strong></u><br />
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Para a analista t&eacute;cnica da Secretaria de Estado da Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura (Seduc), Vilma Rodrigues Barbosa, al&eacute;m da economia or&ccedil;ament&aacute;ria para o governo, a medida melhora a qualidade de vida dos servidores. &ldquo;As m&atilde;es servidoras agora podem cuidar melhor de seus filhos e de si mesmas e assim trabalhar com tranquilidade produzindo muito mais,&rdquo; afirmou a servidora. Para ela, a popula&ccedil;&atilde;o tocantinense j&aacute; se adaptou a essa rotina.<br />
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A auditora da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), Franciandra Mendes, conta que com a jornada de seis horas h&aacute; economia tanto para o governo do Estado quanto para a popula&ccedil;&atilde;o. Na opini&atilde;o dela, um dos benef&iacute;cios &eacute; a diminui&ccedil;&atilde;o do desgaste do servidor no tr&acirc;nsito, como tamb&eacute;m a diminui&ccedil;&atilde;o do fluxo de autom&oacute;veis nas ruas. &ldquo;H&aacute; uma economia em todos os sentidos,&rdquo; afirmou.<br />
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Leonel Vaz tamb&eacute;m &eacute; funcion&aacute;rio p&uacute;blico estadual e defende o trabalho em meio per&iacute;odo. Ele apresenta uma sugest&atilde;o: &ldquo;Para mim o melhor hor&aacute;rio seria das 7 &agrave;s 13 horas e para o servidor seria melhor, pois teria toda a tarde para. resolver assuntos pessoais&rdquo;, comenta.<br />
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<u><strong>Jornada reduzida</strong></u><br />
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Conforme dados da Secretaria de Estado da Administra&ccedil;&atilde;o (Secad), atualmente mais de 70% da for&ccedil;a de trabalho do Estado &eacute; de servidores efetivos, o que corresponde a mais de 36 mil pessoas.<br />
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A jornada de trabalho de seis horas, no expediente de 12h30 &agrave;s 18h30, n&atilde;o se aplica aos funcion&aacute;rios p&uacute;blicos que trabalham em &oacute;rg&atilde;os ou executam servi&ccedil;os que necessitam de plant&atilde;o permanente.</span></div>

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