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Siqueira já sonhava, em 2002, erguer em Palmas estátua do Cristo Redentor; custo estimado na época era de 5,9 milhões

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<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;"><u>Arnaldo Filho</u><br />
<em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br />
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O sonho siqueirista de erguer uma est&aacute;tua, r&eacute;plica, do Cristo Redentor, em Palmas, j&aacute; possui d&eacute;cadas. No ano de 2002, h&aacute; 12 anos, Siqueira Campos j&aacute; fazia planos em rela&ccedil;&atilde;o ao ambicioso e pol&ecirc;mico projeto, nada original.<br />
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Uma reportagem da <a href="http://veja.abril.com.br/300102/p_030.html" target="_blank">revista Veja</a>, de 30 de janeiro de 2002, mostra que os planos do criador do Tocantins, chamado de &ldquo;Siqueir&atilde;o&rdquo; na mat&eacute;ria, eram ainda mais ousados do que os de hoje.&nbsp;&nbsp;<br />
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Na &eacute;poca, a proposta era construir em Palmas uma vers&atilde;o do Cristo Redentor sendo 10% mais alta que a original, que tem 30 metros de altura. A obra seria executada pelo escultor Luiz Olinto de Paula Leite e custaria nada menos do que 5,9 milh&otilde;es de reais ao Estado.<br />
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<u><strong>Diferen&ccedil;as retratariam &quot;originalidade&quot;</strong></u><br />
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Apesar de o projeto ser uma r&eacute;plica da est&aacute;tua que &eacute; o cart&atilde;o postal do Rio de Janeiro (RJ), Siqueira pretendia erguer sua r&eacute;plica em Palmas com duas diferen&ccedil;as, segundo a reportagem. Uma seriam os bra&ccedil;os, que ficariam estendidos para a cidade, em vez de abertos em cruz. A outra &eacute; que n&atilde;o estaria no Corcovado e sim num monte pr&oacute;ximo &agrave; capital. Um monte que se chama Morro do Governador.<br />
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Certo &eacute; que naquela &eacute;poca Siqueira n&atilde;o teve tempo para executar seu projeto. J&aacute; atualmente, para n&atilde;o render muitas cr&iacute;ticas, o Governo disse que os recursos ser&atilde;o provenientes da iniciativa privada, por&eacute;m, n&atilde;o informou quanto ser&aacute; o montante que a ser investido no Cristo. A previs&atilde;o &eacute; que at&eacute; o anivers&aacute;rio da Capital a est&aacute;tua esteja conclu&iacute;da, em 20 de maio deste ano.<br />
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<strong><u><span style="color:#ff0000;">Mais detalhes da reportagem</span></u></strong><br />
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A reportagem da revista Veja trouxe, na &eacute;poca, outros detalhes afirmando que o Siqueir&atilde;o faz valer a frase que, por sua inspira&ccedil;&atilde;o, est&aacute; no bras&atilde;o do Tocantins: &quot;Esta terra &eacute; nossa&quot;.</span><br />
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<em style="font-size: 14px;">De acordo com a Revista, Siqueira doou na &eacute;poca 1.500 hectares de terra ao ex-presidente da Infraero Adyr da Silva, respons&aacute;vel pela libera&ccedil;&atilde;o de grande parte dos recursos que permitiram construir o Aeroporto Internacional de Palmas. Na &eacute;poca, o deputado Freire J&uacute;nior protocolou 25 representa&ccedil;&otilde;es inclusive denunciando superfaturamento nas obras do aeroporto, que custaram quase o dobro dos 40 milh&otilde;es de reais inicialmente previstos.&nbsp;</em></div>
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<span style="font-size:14px;">Siqueira tamb&eacute;m distribuiu terras a pre&ccedil;o de banana at&eacute; para si mesmo. Autorizou naquela &eacute;poca a venda de 20 mil lotes p&uacute;blicos nas proximidades do lago de Palmas por um cons&oacute;rcio privado. Apenas 6% do valor arrecadado ficou com o Estado. Entregou ainda&nbsp;sem licita&ccedil;&atilde;o, para a empresa Nobre Express Viagens &amp; Turismo, duas pousadas ecol&oacute;gicas pertencentes ao governo do Estado. Uma das propriet&aacute;rias da empresa, Nara Rela, era a secret&aacute;ria de Turismo do Estado.&nbsp;</span></div>

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