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Inesperados temporais da vida

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<span style="font-size:14px;">Os i</span><span style="font-size: 14px;">nesperados temporais da vida -&nbsp;</span><span style="font-size: 14px;">Marcos (4: 35-41)<br />
&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Por Jo&atilde;o Gomes da Silva</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Fomos criados para viver a felicidade plana, mas em certo momento tudo mudou, e em vez disso, passamos a viver as incertezas de uma vida cheia de inquieta&ccedil;&otilde;es num planeta perigosamente amea&ccedil;ado e amea&ccedil;ador, com s&eacute;rios riscos de extin&ccedil;&atilde;o da vida nele existente.<br />
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Entretanto, Deus nalguns momentos se utiliza das for&ccedil;as naturais e das circunst&acirc;ncias adversas que nos cercam para nos ensinar alguma li&ccedil;&atilde;o que talvez de outra forma n&atilde;o estejamos aprendendo. Isso na maioria das vezes nem sempre &eacute; compreendida por n&oacute;s.<br />
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No texto em refer&ecirc;ncia o Senhor Jesus convida os seus disc&iacute;pulos a empreenderem uma viagem em um pequeno barco a vela e remo, isso j&aacute; ao anoitecer. Todos ali estavam acostumados com a travessia do mar da Galileia, apesar de ser um tanto extenso, medindo 19 km de comprimento, 13 de largura e com a m&eacute;dia de 43 metros de profundidade. Foi ali e nas cidades litor&acirc;neas circunvizinhas que Jesus desenvolveu a maior parte de suas atividades de Evangeliza&ccedil;&atilde;o.<br />
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Esse imenso lago de &aacute;gua doce que Constantemente agitado fortes ventos produze violentas tempestades pressionadas pelas montanhas ao seu redor e pela for&ccedil;a de outros ventos vindos do mar mediterr&acirc;neo e do mar morto. A jun&ccedil;&atilde;o dessas atividades naturais vezes por outras colocavam os navegantes daquelas &aacute;guas em apuros, especialmente pela fragilidade do sistema de navega&ccedil;&atilde;o da &eacute;poca. Foi justamente o que aconteceu naquela noite com o pequeno barco guiado pelos disc&iacute;pulos de Jesus. Estavam a caminho da outra margem conforme Jesus propusera, mas enquanto isso Jesus dormia pois sentia sono e tudo mais que qualquer ser humano pode sentir, exceto o desejo de pecar, porque sua natureza era divina.<br />
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A certa hora da noite j&aacute; em alto mar ocorreu o inesperado! Uma tempestade amea&ccedil;adora sacudia violentamente o barco, os disc&iacute;pulos lutavam contra as fortes ondas e Jesus continuava a dormir. Talvez tamb&eacute;m o sono da confian&ccedil;a, da tranquilidade, da certeza da calmaria, coisas que n&oacute;s os humanos n&atilde;o conseguimos construir em nossa forma&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica.<br />
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Apavorados, os disc&iacute;pulos decidem lhe despertar do sono com certo tom de voz indagativo dizendo: &ldquo;N&atilde;o te d&aacute; conta que estamos a perecer?&rdquo; Jesus calmamente se levanta e com autoridade ordena que o mar se acalme e o vento se cale, e logo tudo vira bonan&ccedil;a. Os disc&iacute;pulos bem poderiam ter feito isso, mas ainda n&atilde;o tinha f&eacute; suficiente, eram aprendizes do mestre. Ap&oacute;s tudo resolvido o silencio &eacute; quebrado com a seguinte pergunta: &ldquo;Quem &eacute; este que at&eacute; o vento e o mar lhe obedecem?&rdquo;<br />
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Vejam o que Jesus quis ensinar:<br />
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Primeiro – &Eacute; sempre bom que as nossas viagens e projetos tenham o convite de Jesus. Ele disse: &ldquo; – atravessemos para a outra margem&rdquo;;<br />
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Segundo – N&atilde;o h&aacute; temporal que resista a voz poderosa do Senhor. &ldquo; – Acalma-te mar, silencia-te &oacute; vento&rdquo;;<br />
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Terceiro – Andar com Jesus no nosso barquinho &eacute; ter a certeza de que mesmo em meio aos temporais teremos uma viagem segura e um final feliz.<br />
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Jo&atilde;o Gomes da Silva &eacute; escritor e te&oacute;logo, Pastor Presidente da igreja Betesda de Gurupi. E-mail: revjoaogomes@gmail.com</span></div>

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