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CAPS Álcool e Drogas muda de endereço; unidade tem capacidade de receber até 60 dependentes

admin -

<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;">Com o intuito de proporcionar mais comodidade e efic&aacute;cia nos servi&ccedil;os oferecidos, o Centro de Aten&ccedil;&atilde;o Psicossocial &Aacute;lcool e Drogas &ndash; CAPS AD de Aragua&iacute;na mudou de endere&ccedil;o e atender&aacute; o p&uacute;blico na Rua 12 de Outubro, n&ordm; 459, no Centro, a partir do dia 14 de janeiro.&nbsp;<br />
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O hor&aacute;rio de funcionamento ser&aacute; das 7 &agrave;s 19 horas, de segunda &agrave; segunda. <em>&ldquo;Por meio de uma parceria com o Estado, parte da responsabilidade do CAPS ser&aacute; do munic&iacute;pio</em>. <em>Vamos dar continuidade aos trabalhos j&aacute; desenvolvidos e estamos trabalhando para ampliar o tempo de atendimento aos usu&aacute;rios&rdquo;</em>, pontua o secret&aacute;rio da Sa&uacute;de, Rubens Neves.<br />
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<u><strong>Procedimentos</strong></u><br />
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Atualmente, o CAPS AD atende cerca de 30 pacientes, mas tem capacidade para receber at&eacute; 60.&nbsp; Composto por 22 profissionais, entre m&eacute;dicos, enfermeiros, psic&oacute;logos, psiquiatras, assistentes sociais e corpo administrativo que s&atilde;o respons&aacute;veis por desenvolver oficinas terap&ecirc;uticas, atividades em grupo, aconselhamento e atendimentos individuais entre os usu&aacute;rios. <em>&ldquo;A procura &eacute; volunt&aacute;ria, no entanto tamb&eacute;m fazemos a busca dos pacientes mediante encaminhamento da Justi&ccedil;a. Mas o foco &eacute; usar o convencimento para levar o paciente para tratamento&rdquo;</em>, explica Maria Dulcimary Ribeiro, superintendente de Gest&atilde;o Hospitalar.<br />
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Recomenda-se que os usu&aacute;rios freq&uuml;entem o CAPS AD diariamente, ou pelo menos tr&ecirc;s vezes por semana, mas n&atilde;o h&aacute; um tempo determinado para o tratamento. <em>&ldquo;Tudo vai depender do empenho e da evolu&ccedil;&atilde;o de cada paciente. Na maioria das vezes, a cura da depend&ecirc;ncia n&atilde;o demanda medicamentos, mas sim acompanhamento psicol&oacute;gico</em>&rdquo;, lembra a superintendente.</span></div>

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