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Tocantins poderá plantar algodão transgênico

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<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;"><u>Kelly Oliveira</u><br />
<em>Ag&ecirc;ncia Brasil</em><br />
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O estado do Tocantins foi autorizado a plantar algod&atilde;o transg&ecirc;nico. A Portaria n&ordm; 30, publicada hoje (15) no <a href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=2&amp;data=15/01/2014" target="_blank">Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o</a>, retira o estado da Zona de Exclus&atilde;o de plantio de algod&atilde;o geneticamente modificado. O Tocantins foi inclu&iacute;do nessa zona por meio da Portaria n&ordm; 21, de 13 de janeiro de 2005.<br />
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A Comiss&atilde;o T&eacute;cnica Nacional de Biosseguran&ccedil;a (CTNBio) elaborou um parecer t&eacute;cnico para retirar o estado da Zona de Exclus&atilde;o, aprovando a medida. De acordo com a Secretaria de Agricultura e Pecu&aacute;ria do Tocantins, a autoriza&ccedil;&atilde;o foi expedida ap&oacute;s pedido do governo estadual. Com a medida, a secretaria espera ampliar a produ&ccedil;&atilde;o de 5 mil para 40 mil hectares este ano.<br />
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Para pedir a autoriza&ccedil;&atilde;o, o governo estadual argumentou que a amplia&ccedil;&atilde;o do plantio de algod&atilde;o pode contribuir para o desenvolvimento regional e para controlar a presen&ccedil;a da lagarta Helicoverpa Armigera, que devasta as lavouras.<br />
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Em 2005, quando foi definida a Zona de Exclus&atilde;o, o objetivo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria (Embrapa) era preservar a cultura de algod&atilde;o nativo e selvagem no pa&iacute;s, evitando cruzamentos. Mas, na &eacute;poca, foram definidas as &aacute;reas que poderiam ser inclu&iacute;das ou retiradas da Zona de Exclus&atilde;o.</span></div>

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