Polícia descarta homofobia no caso Fabriciano; perícia em objetos foi concluída

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<span style="font-size:14px;">A Pol&iacute;cia Civil de Aragua&iacute;na descartou a possibilidade de crime homof&oacute;bico no caso da morte do professor e l&iacute;der sindical Fabriciano Borges Correia.<br />
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Conforme a delegada Ver&ocirc;nica Tereza Carvalho Costa, titular da 1&ordf; Delegacia Regional da Pol&iacute;cia Civil de Aragua&iacute;na, a per&iacute;cia nos objetos do encontrados no local do crime j&aacute; foi conclu&iacute;da, mas que espera os laudos. A delegada informou ainda que n&atilde;o pode passar detalhes para n&atilde;o atrapalhar o andamento das investiga&ccedil;&otilde;es.<br />
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Ainda de acordo com a delegada, j&aacute; foram ouvidas dez pessoas na tentativa de elucidar o crime.<br />
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A pol&iacute;cia ainda trabalha com v&aacute;rias linhas de investiga&ccedil;&atilde;o, dentre elas est&atilde;o a poss&iacute;vel cobran&ccedil;a de d&iacute;vidas, relacionamentos pessoais e at&eacute; mesmo desaven&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o do trabalho do professor, principalmente por causa da sua atua&ccedil;&atilde;o no Conselho Municipal do Fundo de Desenvolvimento da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (Fundef).<br />
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<u><strong>Hist&oacute;rico</strong></u><br />
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Fabriciano morava sozinho, tinha 39 anos, natural de Floriano, Piau&iacute;, foi encontrado morto enforcado no quarto em sua resid&ecirc;ncia com p&eacute;s e m&atilde;os amarrados no &uacute;ltimo dia 8 de novembro.<br />
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Professor das redes p&uacute;blica municipal e estadual, petista e militante dos movimentos sindicais e LGBT, Fabriciano dedicou mais de 10 anos de sua vida em defesa dos direitos das trabalhadoras e trabalhadores da educa&ccedil;&atilde;o do Estado do Tocantins, atuando ativamente no Sindicato de Trabalhadores da Educa&ccedil;&atilde;o do Estado do Tocantins &ndash; SINTET, e em v&aacute;rios conselhos comunit&aacute;rios. <em>(Com informa&ccedil;&otilde;es do T1 Not&iacute;cias)</em></span></div>

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