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Adolescente que anunciou venda de negros na internet depõe na polícia

admin -

<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;"><u>Cristina Indio do Brasil</u><br />
<em>Ag&ecirc;ncia Brasil</em><br />
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Um adolescente, de 15 anos, foi apreendido nesta quinta-feira (16) por agentes da Delegacia de Repress&atilde;o aos Crimes de Inform&aacute;tica (DRCI) por ter publicado an&uacute;ncio no site MercadoLivre oferecendo a venda de negros a R$ 1. Em depoimento &agrave; pol&iacute;cia, o rapaz disse que publicou o an&uacute;ncio por n&atilde;o ter passado no vestibular de um centro de ensino federal em decorr&ecirc;ncia da pol&iacute;tica de cotas.<br />
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Segundo a Pol&iacute;cia Civil, ele foi localizado ap&oacute;s investiga&ccedil;&atilde;o e monitoramento de dados iniciados pela DRCI h&aacute; cerca de uma semana. Os trabalhos come&ccedil;aram depois da den&uacute;ncia feita pela Ouvidoria Nacional da Igualdade Racial, da Secretaria de Pol&iacute;ticas de Promo&ccedil;&atilde;o da Igualdade Racial (Seppir).<br />
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De acordo com o delegado titular da DRCI, Gilson Perdig&atilde;o, o rapaz prestou depoimento ao lado da m&atilde;e e confirmou ser autor da publica&ccedil;&atilde;o.<br />
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Segundo o delegado, o adolescente contou que publicou os an&uacute;ncios porque foi reprovado no processo seletivo para o Centro Federal de Educa&ccedil;&atilde;o Tecnol&oacute;gica Celso Suckow da Fonseca, na Tijuca, zona norte do Rio. No depoimento, o menor alegou que se n&atilde;o existissem as cotas para negros ele teria sido aprovado. Depois do depoimento, ele foi liberado.<br />
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O rapaz foi autuado por fato an&aacute;logo ao Artigo 20 da Lei 7.716, que trata da pr&aacute;tica, indu&ccedil;&atilde;o ou incita&ccedil;&atilde;o &agrave; discrimina&ccedil;&atilde;o ou ao preconceito de ra&ccedil;a, de cor, de etnia, de religi&atilde;o ou de proced&ecirc;ncia nacional. O inqu&eacute;rito foi aberto na sexta-feira (10) passada, um dia depois de o caso ser denunciado.<br />
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A Pol&iacute;cia Civil informou que o adolescente n&atilde;o tinha antecedentes criminais e nem praticou algo semelhante anteriormente. A delegacia encaminhou o caso &agrave; Vara da Inf&acirc;ncia e Juventude da Justi&ccedil;a do Rio.</span></div>

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