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Servidores que trabalham no HRA se sentem inseguros na unidade

admin -

<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;">A falta de seguran&ccedil;a no Hospital Regional de Aragua&iacute;na (HRA) &eacute; outro grave problema enfrentado por servidores e pacientes. N&atilde;o bastasse o elevado &iacute;ndice de viol&ecirc;ncia nas ruas da cidade, o HRA j&aacute; foi palco inclusive de homic&iacute;dio. Os profissionais afirmam que se sentem inseguros dentro da unidade.<br />
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Ao Jornal do Tocantins, os servidores relataram que a sensa&ccedil;&atilde;o de inseguran&ccedil;a aumentou a partir da inclus&atilde;o de uma ala psiqui&aacute;trica na unidade. &quot;Fui amea&ccedil;ada v&aacute;rias vezes e uma colega levou um soco de um paciente h&aacute; dois dias&quot;, comentou uma t&eacute;cnica de enfermagem.&#8232;<br />
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No dia 19 de novembro do ano passado, um jovem de 24 anos surtou e saiu quebrando os objetos que encontrava pela frente. O paciente arrebentou a porta da Unidade de Terapia Intensiva, quebrou janelas e portas de vidro.<br />
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Cenas como estas vem se tornando frequentes no cotidiano do HRA ap&oacute;s a inaugura&ccedil;&atilde;o da ala psiqui&aacute;trica em 12 de novembro, com dez leitos, enfermaria, consult&oacute;rio, posto de enfermagem e &aacute;rea de conviv&ecirc;ncia.<br />
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No &uacute;ltimo dia 16 de janeiro, mais uma vez, um paciente psiqui&aacute;trico saiu correndo pelos corredores da unidade e precisou ser contido por funcion&aacute;rios e pela Pol&iacute;cia Militar (PM).&#8232;<br />
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O hospital tamb&eacute;m j&aacute; foi cen&aacute;rio de um tiroteio no dia 12 de novembro de 2012, quando tr&ecirc;s homens armados e encapuzados invadiram a unidade e executaram o paciente Jonathan Silva Santos, 18 anos, que havia sido v&iacute;tima de uma tentativa de homic&iacute;dio horas antes, no Setor Jardim das Flores.&#8232;<br />
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Segundo o Jornal do Tocantins, os sindicatos representantes dos profissionais de sa&uacute;de prometeram oficiar a Secretaria Estadual de Sa&uacute;de (Sesau) devido &agrave; inseguran&ccedil;a na unidade. No entanto, at&eacute; ontem, nenhuma provid&ecirc;ncia para refor&ccedil;ar a seguran&ccedil;a do HGP havia sido tomada pelo &oacute;rg&atilde;o.<br />
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Em nota, a Sesau informou que est&aacute; finalizando o processo de contrata&ccedil;&atilde;o de empresa de seguran&ccedil;a e a instala&ccedil;&atilde;o do circuito de monitora&ccedil;&atilde;o por meio de c&acirc;meras de vigil&acirc;ncia nas unidades hospitalares.</span></div>

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