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Correspondentes, IBC, Sindicatos e Governo vão discutir impasse sobre novo sistema de consignados

admin -

<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;">O presidente do Sindicato dos Servidores P&uacute;blicos Estaduais &ndash; Sisepe, Cleiton Pinheiro junto com o correspondente banc&aacute;rio da JK Empr&eacute;stimos, o consultor financeiro Osvaldo Dur&atilde;es tomaram a iniciativa de agendar um reuni&atilde;o com os representantes de bancos , do Instituto IBC, respons&aacute;vel pelo sistema de empr&eacute;stimos consignados do Estado, e a Secretaria Estadual da Administra&ccedil;&atilde;o.<br />
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A inten&ccedil;&atilde;o &eacute; dar espa&ccedil;o para todas as partes se pronunciarem com rela&ccedil;&atilde;o ao impasse sobre o novo sistema. <em>&ldquo;Queremos dar espa&ccedil;o para todos se manifestarem a respeito do assunto e tirar todas as d&uacute;vidas&rdquo;</em>, frisou Pinheiro que Nas &uacute;ltimas semanas v&aacute;rios servidores e tamb&eacute;m correspondentes banc&aacute;rios reclamaram do nosso sistema e questionaram tamb&eacute;m a taxa cobrada para ades&atilde;o dos bancos.<br />
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O Sisepe deve pedir para o IBC apresentar todos os contratos assinados com os bancos. Para o consultor financeiro e tamb&eacute;m correspondente Osvaldo Dur&atilde;es h&aacute; muitos pontos que precisam ser esclarecidos. <em>&ldquo;Porque n&atilde;o pode ter banco se beneficiando e outros sendo prejudicado&rdquo;</em>, disse. Dur&atilde;es defendeu ainda que os benef&iacute;cios que foram prometidos pelo instituto para os servidores sejam cumpridos bem como o repasse de 1.5% para&nbsp; governo.<br />
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Em meio &agrave; pol&ecirc;mica correspondentes alegaram que o governo suspendeu a opera&ccedil;&atilde;o dos bancos para gerenciamento de empr&eacute;stimos consignados em folha dos servidores p&uacute;blicos e ainda que os servidores estariam pagando taxas de juros mais altas. Outro problema alegado inclusive por servidores foi a dificuldade para a compra de d&iacute;vida.<br />
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Os presidentes do Sintet, Jos&eacute; Roque e do Sintras, Manoel Miranda tamb&eacute;m questionaram ao Conex&atilde;o Tocantins a contrata&ccedil;&atilde;o do Instituto e chegaram a dizer que apenas o presidente do Sisepe, Cleiton Pinheiro tomou a decis&atilde;o de apoiar a contrata&ccedil;&atilde;o do Instituto.Os representantes do IBC sempre que procurados negaram os problemas apontados mas a insatisfa&ccedil;&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o ao sistema continuou.<br />
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<u><strong>Entenda o caso</strong></u><br />
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O antigo sistema de gerenciamento de empr&eacute;stimos era o SiConsig, software desenvolvido pela pr&oacute;pria Secretaria Estadual da Administra&ccedil;&atilde;o, em novembro de 2007, na &eacute;poca os custos operacionais ou taxa de administra&ccedil;&atilde;o era de 1% por opera&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito. Os recursos arrecadados nesta transa&ccedil;&atilde;o eram destinados ao Fundo de Moderniza&ccedil;&atilde;o da Gest&atilde;o P&uacute;blica dos empr&eacute;stimos dos servidores ativas e para o Fundo de Previd&ecirc;ncia do Estado do Tocantins, no caso dos empr&eacute;stimos contra&iacute;dos por aposentados ou pensionistas.<br />
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No dia 23 de maio de 2012, foi publicado no Di&aacute;rio Oficial do Estado, a altera&ccedil;&atilde;o das taxas de administra&ccedil;&atilde;o passando de 1% para 1,25% a partir de fevereiro de 2012 e 1,5% a partir de agosto de 2012, valor que permaneceu at&eacute; ent&atilde;o.<br />
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E por fim no dia 10 de junho deste ano foi publicada uma portaria da Secretaria da Administra&ccedil;&atilde;o, anunciando o que j&aacute; havia acontecido no dia 3 de maio, a contrata&ccedil;&atilde;o do Instituto BrasilCidades para gerenciar e desenvolver o software para gerenciamento de empr&eacute;stimos consignados em folha dos servidores p&uacute;blicos do Estado do Tocantins.</span></div>

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