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Bancários e vigilantes pedem reforço na segurança de agências

admin -

<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;"><u>Carolina Gon&ccedil;alves &nbsp;</u><br />
<em>Ag&ecirc;ncia Brasil</em></span><br />
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<span style="font-size:14px;">Sem esperan&ccedil;a de que as institui&ccedil;&otilde;es financeiras aumentem investimentos para garantir a seguran&ccedil;a de clientes e trabalhadores nas ag&ecirc;ncias banc&aacute;rias, representantes do setor e dos&nbsp; vigilantes bateram nesta quinta (30) &agrave; porta do governo. Representantes da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Vigilantes (CNTV) apresentaram os dados da nova Pesquisa Nacional de Mortes em Assaltos Envolvendo Bancos, lan&ccedil;ada nesta semana, e pediram &agrave; secret&aacute;ria nacional de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, Regina Miki, que a pasta adote provid&ecirc;ncias para alterar este cen&aacute;rio, que vem se agravando nos &uacute;ltimos anos.<br />
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<em>&ldquo;Projetamos que ter&iacute;amos um n&uacute;mero de assassinatos maior e, infelizmente, aconteceu o que projetamos [aumento de assassinatos nas ag&ecirc;ncias banc&aacute;rias]. Se j&aacute; sei que isdo est&aacute; ocorrendo, tenho que tomar medidas&rdquo;</em>, afirmou o presidente da Contraf, Carlos Cordeiro.&nbsp; Segundo ele, depois da conversa com a secret&aacute;ria, que durou quase duas horas, o grupo saiu com a promessa de que o governo editar&aacute; uma portaria obrigando os bancos a fazer mudan&ccedil;as nas estruturas.<br />
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<u><strong>Sugest&atilde;o</strong></u><br />
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Uma das sugest&otilde;es que ser&atilde;o discutidas em tr&ecirc;s reuni&otilde;es entre banqueiros, banc&aacute;rios e vigilantes &eacute; a instala&ccedil;&atilde;o de biombos &ndash; estruturas semelhantes a tapumes que, colocadas nas laterais do caixa, impediriam que qualquer pessoa observasse a opera&ccedil;&atilde;o que o cliente est&aacute; fazendo, seja saques ou dep&oacute;sitos.&nbsp; <em>&ldquo;Onde isso foi efetivado, por leis municipais ou estaduais, como em Belo Horizonte, em Jo&atilde;o Pessoa e no Recife, n&atilde;o temos mais registro dos crimes de saidinhas, zeramos essa pr&aacute;tica&rdquo;</em>, disse Cordeiro.<br />
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<u><strong>Saidinha</strong></u><br />
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A saidinha de banco &eacute; o nome popular dado ao golpe em que o criminoso observa as opera&ccedil;&otilde;es feitas dentro das ag&ecirc;ncias e rouba, na sa&iacute;da, os clientes que sacaram alguma quantia mais significativa. O crime provocou 32 mortes, que representa 49% do total de 65 assassinatos em assaltos a bancos registrados no ano passado.<br />
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O presidente da CNTV, Jos&eacute; Boaventura Santos, ressaltou que essa portaria pode ser uma medida paliativa para minimizar os crimes, mas defendeu a revis&atilde;o completa da lei que rege a seguran&ccedil;a em ag&ecirc;ncias bancarias (Lei 7.102, de 1983). <em>&ldquo;A portaria vai ajudar agora, porque n&atilde;o temos como esperar o tempo de tramita&ccedil;&atilde;o legislativa para revis&atilde;o da lei. Mas &eacute; uma lei de 1983, que precisa ser atualizada&rdquo;</em>, completou.</span></div>

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