Valuar autoriza reajuste de 25% na tarifa de transporte público

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<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;">O prefeito de Aragua&iacute;na, Valuar Barros, autorizou por meio do decreto N.&ordm; 064/2012, publicado nessa ter&ccedil;a-feira, 27, na edi&ccedil;&atilde;o de N&deg;&nbsp; 234 do Di&aacute;rio Oficial do Munic&iacute;pio, &agrave; empresa&nbsp; Rubens&nbsp; Gon&ccedil;alves Aguiar &ndash; Via&ccedil;&atilde;o Lontra, aumentar em 25% a tarifa de transporte coletivo em Aragua&iacute;na. O novo pre&ccedil;o come&ccedil;a a vigorar a partir de zero hora do dia 1&ordm; de Dezembro de 2012.</span><br />
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<span style="font-size: 14px;">Atualmente o pre&ccedil;o da passagem do transporte coletivo em Aragua&iacute;na &eacute;&nbsp; de&nbsp; R$ 1.00 para estudantes e&nbsp; R$ 2,00 inteira,&nbsp; mas com o reajuste de 25%, esse valor sobre para&nbsp; R$ 1,25 e&nbsp; R$ 2,50, respectivamente.&nbsp; A eleva&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o da tarifa atende ao pedido feito por uma comiss&atilde;o formada por vereadores, representantes da prefeitura e da empresa de transporte Coletivo.&nbsp;</span><br />
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<span style="font-size: 14px;">O D.O justifica que a revis&atilde;o da tarifa solicitada pela Via&ccedil;&atilde;o Lontra, atrav&eacute;s do&nbsp; processo n.&ordm; 3245/2012, tem a finalidade de permitir a justa remunera&ccedil;&atilde;o de capital em base que assegurem o equil&iacute;brio econ&ocirc;mico e financeiro do contrato, pois referidas tarifas n&atilde;o sofriam reajustes desde 24.06.2009.&nbsp; Tamb&eacute;m atende an&aacute;lise da planilha de custos, que&nbsp; apontaram a necessidade de revis&atilde;o das tarifas&nbsp; para melhora a qualidade do transporte coletivo em Aragua&iacute;na.</span><br />
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<span style="font-size: 14px;">A empresa Via&ccedil;&atilde;o Lontra tem exclusividade no servi&ccedil;o de transporte publico em Aragua&iacute;na e explora o mercado h&aacute; mais de 30 anos.&nbsp; J&aacute; foram diversas manifesta&ccedil;&otilde;es dos usu&aacute;rios por melhorias, mas as reivindica&ccedil;&otilde;es ainda n&atilde;o foram atendidas na totalidade.</span></div>

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