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Suspeitos de estuprar e matar rapaz tiram fotos com crânio da vítima e ainda pretendiam vender a caveira

admin -

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<span style="font-size:14px;">A Pol&iacute;cia Civil de Itacaj&aacute; TO) desvendou o homic&iacute;dio contra Domingos Tavares da Silva, 25 anos, que chocou a popula&ccedil;&atilde;o da pequena cidade. De acordo com o Delegado Joelberth Nunes de Carvalho, o b&aacute;rbaro crime foi praticado no dia 29 de dezembro de 2013 por Ivan de Sousa Ribeiro, 23 anos, Elieldon Almeida Ferreira, 28 anos e Ismael de Sousa Lino, 19 anos.<br />
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Conforme as investiga&ccedil;&otilde;es, a v&iacute;tima antes de ser morta a pauladas, foi estuprada e teve seu corpo enterrado em uma cova rasa na regi&atilde;o pr&oacute;ximo a uma carvoaria, cerca de 12 quil&ocirc;metros da localidade conhecida como Donzela, zona rural de Itacaj&aacute;.<br />
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As investiga&ccedil;&otilde;es foram iniciadas no dia 11 de fevereiro de 2014, quando o Delegado recebeu um telefonema an&ocirc;nimo, informando que no local acima mencionado, havia ocorrido um homic&iacute;dio e que os autores antes de assassinar a v&iacute;tima, teriam praticado abuso sexual. Dois dias ap&oacute;s o crime, eles teriam enterrado o corpo e cerca de um m&ecirc;s depois, voltaram ao local e tiraram fotos com o cr&acirc;nio da v&iacute;tima.<br />
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Na manh&atilde; do dia seguinte, as equipes policiais dirigiram-se at&eacute; o local do suposto crime e l&aacute; encontraram Ivan e Elieldon, que eram os &uacute;nicos que ainda se encontravam trabalhando na carvoaria e foram apontados como suspeitos em potencial.<br />
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A PC foi informada que um dos funcion&aacute;rios havia guardado um saco com pertences da suposta v&iacute;tima. Nas buscas foi encontrado o saco e em seu interior havia uma carteira e a identidade de Domingos, que encontrava-se desaparecido desde o dia 29 de dezembro de 2013.<br />
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Como Ivan e Elieldon insistiam em dizer aos policiais que n&atilde;o sabiam do paradeiro da v&iacute;tima, foi determinado que eles fossem at&eacute; o local onde teriam visto Domingos com vida pela &uacute;ltima vez. Neste meio tempo, os policiais foram informados por um outro funcion&aacute;rio da carvoaria que, em um determinado dia, ele estava caminhando com seu cachorro quando o animal apresentou um comportamento estranho, adentrou na mata e come&ccedil;ou a latir incessantemente.<br />
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O Delegado solicitou que outro policial fosse at&eacute; o local indicado e quando ele retornou, contou que adentrou cerca de 20 metros dentro da mata e encontrou um local cuja terra estava removida e sobre ela havia um osso semelhante ao de uma costela e dois ossos menores semelhantes aos de dedos.<br />
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Durante as investiga&ccedil;&otilde;es, Ismael, um dos &uacute;ltimos que tamb&eacute;m havia tido contato com a v&iacute;tima, apareceu na carvoaria para pegar sua carteira de trabalho e tamb&eacute;m passou a ser questionado a respeito do crime. Ap&oacute;s serem alertados pelo Delegado de que os tr&ecirc;s elementos poderiam ser responsabilizados criminalmente pela morte de Domingos, Elieldon tentou imputar o crime a outros tr&ecirc;s homens, fato que foi confirmado por Ivan e Ismael.<br />
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Com a nova informa&ccedil;&atilde;o, os seis suspeitos, que tiveram o &uacute;ltimo contato com a v&iacute;tima, foram conduzidos &agrave; Delegacia e ap&oacute;s o interrogat&oacute;rio, foram liberados, por&eacute;m tiveram a pris&atilde;o tempor&aacute;ria decretada.<br />
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Alguns dias depois, ao verificar o cart&atilde;o de mem&oacute;ria do celular de um dos suspeitos, o Delegado encontrou dezesseis fotos bizarras, as quais mostravam Ivan e Elieldon brincando com um cr&acirc;nio humano. No dia 18 de fevereiro, Ismael retornou &agrave; delegacia e contou outra vers&atilde;o ao Delegado, imputando a autoria do homic&iacute;dio aos outros dois homens, mas como j&aacute; havia solicitado a pris&atilde;o tempor&aacute;ria, o Delegado esperou o decreto judicial e conseguiu prender todos os suspeitos.<br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/sem_titulo-1.jpg" style="width: 600px; height: 186px;" /><br />
(</span><span style="font-size:14px;">Elieldon Almeida Ferreira, Ivan de Sousa Ribeiro e Ismael de Sousa Lino s&atilde;o suspeitos de matar Domingos Tavares da Silva)</span><br />
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<span style="font-size:14px;"><u><strong>O Crime</strong></u><br />
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Depois de alguns dias de levantamentos, dilig&ecirc;ncias e intenso trabalho investigativo, a PC descobriu que no dia 29-12-2013, por volta das 20h00min, ap&oacute;s retornarem de uma bebedeira no Povoado Donzela, antes de matar Domingos, 02 dos autores abusaram sexualmente da v&iacute;tima. Logo depois os tr&ecirc;s o levaram para dentro da mata, pois a v&iacute;tima estava desacordada e utilizando-se de um peda&ccedil;o de pau, o golpearam repetidas vezes, ocasionando sua morte.<br />
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Depois de dois dias, Ivan e Elieldon voltaram, enterraram o corpo do jovem e no in&iacute;cio de fevereiro, retornaram ao local e pegaram seu cr&acirc;nio, que se encontrava fora da cova e tiraram 16 fotos com ele.<br />
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Com base nas investiga&ccedil;&otilde;es, o Delegado de Itacaj&aacute; ir&aacute; representar pela convers&atilde;o das pris&otilde;es tempor&aacute;rias de Ivan, Elieldon e Ismael, em pris&otilde;es preventivas. Ele informou ainda que outras testemunhas est&atilde;o sendo ouvidas e que o inqu&eacute;rito dever&aacute; ser finalizado na pr&oacute;xima semana.<br />
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Os tr&ecirc;s autores responder&atilde;o por homic&iacute;dio triplamente qualificado por motivo torpe, sem possibilidade de defesa da v&iacute;tima e meio cruel. Ivan tamb&eacute;m responder&aacute; por oculta&ccedil;&atilde;o de cad&aacute;ver, Elieldon e Ismael responder&atilde;o ainda por oculta&ccedil;&atilde;o de cad&aacute;ver e estupro.<br />
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A Pol&iacute;cia Civil apurou tamb&eacute;m que os autores pretendiam vender a caveira de Domingos no Estado do Maranh&atilde;o, mas mudaram de ideia e decidiram queim&aacute;-la em um dos fornos da carvoaria que trabalhavam. Eles tamb&eacute;m amea&ccedil;aram de morte todas as testemunhas do b&aacute;rbaro crime.<br />
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Ap&oacute;s os procedimentos legais, os elementos foram encarcerados na Cadeia P&uacute;blica de Araguacema, onde permanecer&atilde;o a disposi&ccedil;&atilde;o do Poder Judici&aacute;rio.</span></div>

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