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Continuam buscas por avião que desapareceu com 239 pessoas

admin -

<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;">As buscas pelo Boeing 777-200 da Malaysia Airlines que desapareceu na manh&atilde; do s&aacute;bado (hor&aacute;rio local) cerca de uma hora ap&oacute;s decolar de Kuala Lumpur continuaram neste domingo (9), sem grandes avan&ccedil;os. A aeronave levava 227 passageiros e 12 tripulantes. Avi&otilde;es e navios de diversos pa&iacute;ses da &Aacute;sia e outras partes do mundo trabalham em conjunto para tentar localizar o avi&atilde;o.<br />
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A Marinha do Vietn&atilde; encontrou destro&ccedil;os que podem ser do voo MH370. Um objeto que parecia ser uma porta do Boeing foi avistado por um avi&atilde;o de reconhecimento.<br />
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A poss&iacute;vel pe&ccedil;a da aeronave foi avistada a cerca de 90 quil&ocirc;metros da costa da ilha vietnamita de Tho Chu, segundo informa&ccedil;&otilde;es divulgadas pelo vice-chefe do Estado Maior do Ex&eacute;rcito do Vietn&atilde;, Vo Van. &ldquo;A partir desse objeto, esperamos encontrar o avi&atilde;o desaparecido&rdquo;, afirmou.<br />
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Dois navios da guarda costeira foram enviados ao local para tentar recolher e identificar o material. At&eacute; a noite de domingo, no entanto, n&atilde;o havia qualquer confirma&ccedil;&atilde;o.<br />
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No s&aacute;bado, os vietnamitas j&aacute; haviam fotografado manchas de &oacute;leo que poderiam ser resultado da queda do avi&atilde;o. A descoberta foi feita na mesma regi&atilde;o.<br />
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No total, 34 avi&otilde;es e 40 navios participam dos trabalhos de busca. Al&eacute;m de Mal&aacute;sia, Vietn&atilde; e Filipinas, est&atilde;o na opera&ccedil;&atilde;o Estados Unidos, Austr&aacute;lia, Cingapura, Indon&eacute;sia e China. Mais da metade dos passageiros do voo era de chineses.<br />
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O chefe da administra&ccedil;&atilde;o de Avia&ccedil;&atilde;o Civil da Mal&aacute;sia, Azaharuddin Rahman, afirmou no domingo que o pa&iacute;s ampliou a &aacute;rea de buscas. &ldquo;O procedimento &eacute; padr&atilde;o. Quando n&atilde;o conseguimos encontrar em um local, precisamos procurar em outros&rdquo;.<br />
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A rota original do voo MH370 era entre a capital da Mal&aacute;sia e Pequim. O voo deveria durar cerca de 5h30, mas os radares perderam sinal da aeronave cerca de uma hora ap&oacute;s a decolagem, sem que a tripula&ccedil;&atilde;o tenha emitido qualquer alerta de que enfrentava problemas para os controladores.<br />
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Neste domingo, o comandante da For&ccedil;a A&eacute;rea da Mal&aacute;sia, Rodzali Daud, anunciou que uma an&aacute;lise detalhada dos sinais de radar indicou que o avi&atilde;o, aparentemente, tentou mudar sua rota e retornar para Kuala Lumpur antes de perder totalmente o contato. &ldquo;Estamos tentando entender qual seria a raz&atilde;o disso&rdquo;, disse Daud. A hip&oacute;tese de um ataque terrorista n&atilde;o foi descartada. Uma autoridade que participa dos trabalhos de busca e n&atilde;o quis se identificar disse &agrave; ag&ecirc;ncia Reuters que h&aacute; ind&iacute;cios de que o avi&atilde;o tenha &ldquo;se desintegrado em pleno voo&rdquo;.<br />
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&quot;O radar militar indicou que a aeronave pode ter feito uma meia-volta, e parte dos dados dos radares civis confirmariam isso&quot;.<br />
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A Malaysia Airlines e autoridades aeroportu&aacute;rias continuaram prestando aux&iacute;lio aos familiares dos passageiros ao longo de domingo. Em Pequim e Kuala Lumpur, bases foram montadas em hot&eacute;is para abrigar as fam&iacute;lias, mas a falta de informa&ccedil;&otilde;es sobre o paradeiro do voo provocou cenas de ang&uacute;stia e confus&atilde;o.<br />
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Na manh&atilde; deste domingo, um comunicado da companhia a&eacute;rea dizia que as buscas continuavam de forma incessante, mas que, ap&oacute;s 30 horas sem qualquer contato da aeronave, era necess&aacute;rio se preparar &ldquo;para o pior&rdquo;.&nbsp;</span></div>

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