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Governo não atende pedido de aumento do cadastro reserva no concurso da Polícia Civil

admin -

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<span style="font-size:14px;">O Governo do Estado e a Comiss&atilde;o Organizadora do Concurso da Pol&iacute;cia Civil n&atilde;o aumentaram o n&uacute;mero de vagas para o cadastro de reserva do certame. O pedido foi feito pela presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins (Sinpol), Nadir Nunes, no dia 28 de fevereiro, com entrega de documento ao presidente da comiss&atilde;o de acompanhamento, delegado Evando Amorim, e remessa &agrave; Funda&ccedil;&atilde;o Aroeira, atrav&eacute;s de email.<br />
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Com inscri&ccedil;&otilde;es abertas nesta segunda-feira, 10, o concurso oferece 397 vagas, sendo 97 para delegado, 38 para agente, 162 para escriv&atilde;o, 20 para auxiliar de aut&oacute;psia, dez para papiloscopista, dez para m&eacute;dico legista e 60 para perito criminal. Al&eacute;m de 118 para cadastro de reserva, cerca de 30% do total.<br />
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Para Nadir esse n&uacute;mero &eacute; insuficiente,&nbsp; motivo pelo qual solicitou &agrave; Comiss&atilde;o Organizadora, via of&iacute;cio, a amplia&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de vagas para que se prevenir de eventos futuros, como aposentadoria e desist&ecirc;ncias de aprovados no certame. Ela lembrou que &eacute; comum concurseiros buscarem&nbsp; aprova&ccedil;&atilde;o &nbsp;apenas para a utiliza&ccedil;&atilde;o como t&iacute;tulo em outros concursos p&uacute;blicos.<br />
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Ao destacar a import&acirc;ncia do trabalho desenvolvido pelos papiloscopistas, bem como a crescente demanda das atividades deste policial, a sindicalista recomendou que o cadastro de reserva para esse cargo tenha no m&iacute;nimo 100% da quantidade de vagas oferecidas, ou seja, mais dez vagas. Para os demais cargos foi solicitada a oferta &ndash; no cadastro reserva &ndash; de pelo menos 60% sobre a quantidade oferecida, em cada carreira.<br />
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<em>&ldquo;O concurso apenas previu uma quantidade de vagas para sanar dificuldades moment&acirc;neas. Contudo, deve-se prever a situa&ccedil;&atilde;o de pessoas que&nbsp; n&atilde;o preencher&atilde;o as vagas, por&nbsp; desistirem do concurso, ou que&nbsp; n&atilde;o tomar&atilde;o posse por algum&nbsp; motivo. Por isso, recomenda-se que a amplia&ccedil;&atilde;o deste n&uacute;mero para que possa se prevenir de eventos futuros, al&eacute;m do que o gasto para pagar&nbsp; forma&ccedil;&atilde;o de 10, pode ser usado para a forma&ccedil;&atilde;o de 30 policiais&rdquo;</em>, escreveu Nadir, em of&iacute;cio protocolado na Comiss&atilde;o e &agrave; Secad.<br />
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<u><strong>Atendidos</strong></u><br />
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O governo, no entanto, atendeu a outros dois pedidos formulados pelo Sinpol, em rela&ccedil;&atilde;o ao certame: a mudan&ccedil;a na avalia&ccedil;&atilde;o de t&iacute;tulos, considerando a atividade policial e o car&aacute;ter eliminat&oacute;rio &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o criminal e social do candidato.<br />
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No primeiro caso, o sindicato pediu que atividades jur&iacute;dicas (no caso de delegado) e policiais (para as demais carreiras) tenham pontua&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica. No segundo, que &ldquo;&eacute; fundamental para a Pol&iacute;cia Civil que o edital n&atilde;o permita o ingresso nos seus quadros de pessoas que n&atilde;o tenham conduta ilibada, pois da forma que foi colocado no edital, d&aacute; margem &agrave; subjetividade&rdquo;, disse Nadir.</span></div>

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