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CCZ confirma presença do vetor transmissor do calazar em quase 80% dos bairros de Araguaína

admin -

<span style="font-size:14px;">Com o objetivo de diminuir os n&uacute;meros de casos de Leishmaniose Visceral em Aragua&iacute;na, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) vem realizando um trabalho cont&iacute;nuo em toda a cidade, tanto no combate direto ao vetor como na educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de para a popula&ccedil;&atilde;o.<br />
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De acordo com estudos do CCZ, dos 94 bairros monitorados na cidade, 75 confirmaram a presen&ccedil;a do vetor transmissor da Leishmaniose Visceral. E para definir quais as regi&otilde;es que possuem maior &iacute;ndice de casos em humanos, foi feita a estratifica&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica, ou seja, a defini&ccedil;&atilde;o de bairros com transmiss&atilde;o intensa, moderada, espor&aacute;dica e receptiva.<br />
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De acordo com a metodologia do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, seguida pelo CCZ a regi&atilde;o considerada de transmiss&atilde;o intensa &eacute; aquela com m&eacute;dia maior ou igual a 4,4 casos em humanos nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos; a moderada &eacute; quando h&aacute; entre 2,4 a 4,4 casos; a espor&aacute;dica tem a m&eacute;dia menor que 2,4 casos; e a receptiva tem aus&ecirc;ncia de casos, mas com presen&ccedil;a do vetor.<br />
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Os bairros classificados na transmiss&atilde;o interna s&atilde;o Aragua&iacute;na Sul, Maracan&atilde;, Nova Aragua&iacute;na, Universit&aacute;rio, S&atilde;o Jo&atilde;o, Raizal, Itaipu e Barros. Os de transmiss&atilde;o moderada s&atilde;o o Parque Bom Viver, Zona Rural e Morada do Sol I.<br />
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No Aragua&iacute;na Sul, a m&eacute;dia de casos nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, chegou a 20,3, bem acima do especificado pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Neste bairro, em 2011, foram 17 casos em humanos; no ano seguinte, 2012, o n&uacute;mero subiu para 24, e em 2013, o n&uacute;mero de casos reduziu para 20. Totalizando, nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, 61 casos no Aragua&iacute;na Sul.<br />
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A partir desses dados, as a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o priorizadas nestes bairros, como o inqu&eacute;rito sorol&oacute;gico canino, educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de com atividades educativas e de orienta&ccedil;&otilde;es para a comunidade dos bairros e tamb&eacute;m nas escolas p&uacute;blicas.<br />
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De acordo com a coordenadora t&eacute;cnica do CCZ, Ketren Carvalho Gomes, as a&ccedil;&otilde;es de combate ao Calazar, tanto na forma humana como na canina, s&atilde;o cont&iacute;nuas, realizadas o ano inteiro, mas no per&iacute;odo chuvoso, s&atilde;o intensificadas, pois &eacute; um per&iacute;odo prop&iacute;cio para a prolifera&ccedil;&atilde;o do mosquito, o fl&eacute;botomo, vetor da doen&ccedil;a. Ketren refor&ccedil;a que a popula&ccedil;&atilde;o deve ser parceira no trabalho de combate ao Calazar, pois a limpeza dos quintais e terrenos ajuda a evitar a prolifera&ccedil;&atilde;o do mosquito.</span>

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